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Fujão com megafone

Fujão com megafone

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Imaginem um treinador de uma equipe rebelde e perdedora. Que não respeita mais as ordens do fraco, petulante, confuso e enganador comandante. Já rouco e cansado de tanto berrar e ser xingado pela furiosa torcida. A saída do treinador de meia pataca para tirar o time da zona do rebaixamento é usar um possante megafone. Última tentativa para tentar ganhar de volta o respeito do time. A paciência é pouca.
Será mais um menos este o patético discurso do fujão Flávio Miliciano, agora na bela Flórida e encantadora Miami, na tentativa de recuperar a confiança de aliados, que deixou no Brasil. Todos chupando o dedo, perplexos com a fuga covarde de um moleque ainda senador que permanece se arvorando de líder da extrema-direita. De longe, sem o carisma de um autêntico estadista, apenas com a capa de um covarde derrotado fujão, será difícil parte influente de senadores e deputados se unirem em torno das bainhas das calças do desprezível Flavinho Miliciano. Além de tudo, Flávio foi burro e açodado. Ficando no Brasil como verdadeiro democrata e correto homem público que sabe reconhecer a vontade das urnas, seria mais fácil para juntar os cacos da fragorosa e feia derrota e unir forças com a bandeira de uma verdadeira e necessária oposição. Mas o menino que não cresceu, esperança do Partido Liberal do agora decepcionado Valdemar Costa Neto,  preferiu fugir para as barras das calças do maluco e estúpido Donald Trump. Se dão bem. São todos da mesma laia podre e imunda. Os fujões do clã Bolsonaro estão juntos. Vão jogar golpe e debochar dos brasileiros. Nadando em boa grana do filme de terror do pai Jair. Vorcaro, bandido abonado do time estará por perto.