Skip to content
11 de maio de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2022
  • novembro
  • Poeira de estrelas, de Marlene aos 100 anos à morte de Gal antes dos 80
  • Colunistas
  • Ricardo Cravo Albin

Poeira de estrelas, de Marlene aos 100 anos à morte de Gal antes dos 80

Luiz Claudio de Almeida 15 de novembro de 2022 6 minutes read
marlene-radio
Redes Sociais
           

Este título aí acima nada tem a ver com a complexa estrutura da Via Láctea, ou com as teorias abissais de Carl Sagan, ou mesmo com ao até hoje abismador universo dos 200 bilhões de astros celestes que se pregam aos olhos dos terráqueos ao dirigir a visão ao céu, ao cosmo.

Minhas estrelas e suas claridades despontam em eventos que preencheram toda esta última semana e mexem em meu coração tão atento à sedução da alma do povo, a música popular que lubrifica nossa miscigenação bem como a originalidade do canto brasileiro.

Começa, como não poderia mesmo deixar de ser, pelo desalento que a morte súbita de Gal Costa fez desabar em todo país. Dizer-se que Gal Costa foi apenas uma das maiores cantoras brasileiras será pouco. A Gracinha de todos nós foi personagem contemporâneo do Brasil desde que surgiu em meados dos anos 60 no Rio de Janeiro. Deslumbrando o Brasil por inteiro. Falar de seus discos imortais, de seus shows, alguns dos melhores já montados no país, e de sua vivacidade ao escolher o repertório realçando e revelando sempre o melhor de seu tempo e de sua vivência será fundamental para bem apreciarmos o vulto gigantesco que nos fará tanta falta a partir de agora. Gal gravou no nosso Instituto para o especial de Chico Buarque ao lado de Djavan em 1993. Sempre foi nosso ícone.

No mesmo dia, atentem para o fatídico 9 de novembro, desaparece um pedaço vigoroso do canto uterino das profundezas, Rolando Boldrin. Praticamente nocauteado pela morte de Gal Costa, só soube do desaparecimento do gênio Boldrin algumas horas depois de chorar a enorme cantora neste lúgubre dia. Devo registrar – e o faço com orgulho – que o nosso Dicionário da MPB on-line sempre distinguiu os integrantes da vertente sertaneja, ou seja, a música essencial que brota do Brasil profundo, o país dos sertões, dos grotões, da simplicidade, da encantadora ingenuidade possível a um povo miscigenado e por vezes toscamente alimentado pela chamada cultura formal. Rolando Boldrin, fulgurante representante da verdade dessa magia caipira, nos deixa aos 86 anos, singrando uma trajetória de beleza e de encantamento com seus “causos” e sua genial “conversa ao pé do ouvido” através de presença constante em televisões e rádios.

Nesta mesma semana, comemorei no programa “Carioquice”, que apresento na Roquette Pinto, os 90 anos de outro ícone do melhor da cultura popular, o Zé Katimba.
Katimba é bem um fenômeno deste país mestiço. Semianalfabeto dos sertões cearenses, pensa e fala, insisto fala, como um acadêmico de melhor estirpe. Não à toa sempre foi viva admiração não somente minha, mas de gente como Martinho, Paulinho, Beth e Clara, além de Tom Jobim e Jorge Amado.

Outra luz que acendeu fortíssimo clarão nesses últimos dias foi Milton Nascimento. Em estádio monumental de Belo Horizonte no domingo, o amado Bituca teve a coragem de realizar “a última sessão de música”. Isso significou sua despedida dos palcos em shows, com que ele encantou o Brasil e o mundo desde 1966, quando arrebatou o 2º Festival Internacional da Canção Popular (o FIC) concorrendo com três músicas, das quais Travessia foi a vencedora moral, até porque tirou apenas o segundo lugar. Nunca me esqueço do meu entusiasmo no corpo de jurados. A tal ponto torcedor do Milton que o diretor do Festival, Augusto Marzagão, me convidou a subir ao palco para lhe entregar seu Galo de Ouro. – “Milton, eu torci para você ganhar o primeiro, não o segundo lugar!”. E ele modestamente – “mas com três músicas no Maracanãzinho, isso já é até demais”. E puxou seu acanhado smoking como querendo se livrar de adereço tão solene.
Agora quando do seu derradeiro show, estava em Juiz de Fora a convite do belíssimo Museu Mariano Procópio e por um triz não rumava a “Beagá” para assistir ao encerramento de suas apresentações públicas. E só não fui por receio das fortes emoções. O que de fato ocorreu na solidão de minha casa na Urca, quando ele entoou Travessia – “solto a voz nas estradas/já não posso parar/meu caminho é de pedra/como posso sonhar”. Milton em meio do palco, sentado, imóvel e envergando sóbria bata africana, parecia um Soba, um rei d’África, com movimentos mínimos apenas nas mãos. Uma solenidade real de fato invadia o palco e comovia a todos.

Na mesma noite, Paulinho da Viola e o Brasil celebravam os 80 anos do exemplar filho do grande músico César Faria, do conjunto Época de Ouro do Jacob do Bandolim. De imediato me dei conta que conheci Paulo César Faria aos vinte e poucos no Teatro Jovem, acompanhando as deusas Clementina de Jesus e Aracy Cortes em Rosa de Ouro. Para em meio século se erguer como um dos mais refinados interpretes do velho samba, alçando-se a uma corte real também centrada aqui pelo Bituca.

E falando em corte, minha última estrela a ser citada aqui será uma antecipação. Isso porque a rainha dos auditórios da antiga Rádio Nacional, Marlene, a eterna Rainha do Rádio, cumpriria cem anos de idade no próximo dia 22 de novembro.
A minha estimada Victória Bonaiutti de Martino, amiga pessoal queridíssima e a quem perfilei dezenas de homenagens (além de lhe ter escrito e dirigido sete shows individuais), será reverenciada na próxima terça-feira, dia 22, com missa na Igreja Santa Luzia, ao meio dia. E quem comanda a celebração? A Associação Marlenista, é isso mesmo que você leu, o fidelíssimo Fan Clube que idolatra a estrela por 70 anos ininterruptos.

Amor é isso, é constância e permanência. Desse modo, recebendo tais reverências, as estrelas incrustradas no coração do público jamais morrerão.

 

Foto O Globo

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Rio terá vento gratuito para discutir os direitos da PcD
Next: Mediação e Advocacia Consensual

Postagens Relacionadas

1111153-mcamgo_abr_030720188650_1
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Honra, que honra?

Vicente Limongi Netto 10 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-10 at 19.20.57
  • Agenda
  • Colunistas

Inteligência Artificial nas Eleições 2026: o medo do descontrole e as rédeas do TSE

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026
images
  • Agenda
  • Colunistas

13 de Maio: a abolição da escravatura e o Brasil que Joaquim Nabuco sonhava

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026

O que você perdeu...

Paola Prestes, Tuna Dwek e Alcides Nogueira
  • Cultura
  • Variedades

Noite de autógrafos

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026
Juma Xipaia
  • Agenda

Mostra de Cinema da Amazônia pela primeira vez no Rio

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026
1000072690
  • Agenda

Projeto Mão na Massa seleciona mulheres para Oficina de Pintura

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026
Joelle Bouvier
  • Cultura
  • Variedades

Joëlle Bouvier confere espetáculo da Studio3 Cia. de Dança

Luiz Claudio de Almeida 10 de maio de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.