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Para ler na rede

Luiz Claudio de Almeida 28 de dezembro de 2022 9 minutes read
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Redes Sociais
           

Leituras do ano em que saímos de casa

Era para ter acabado a pandemia, mas ela resiste, recomeçando a assustar na China. Aqui em Pindorama, na euforia da mudança de ano e de governo federal, pouco se fala na doença, um dos motivos de brigas ao longo de 2022, quando não ganhamos a Copa do Mundo, mas festejamos Messi e a Argentina. A política dominou todos os temas em discussão neste ano híbrido, em que recomeçamos a sair de casa. Para escapar das polêmicas, quem pôde se agarrou a streamings ou a livros para ajudar a  deixar a dureza da vida de lado.

O começo da bibliofilia, esse amor pouco compreendido de algumas pessoas pelos livros, é narrado pela filóloga espanhola Irene Vallejo no empolgante O infinito em um junco – A invenção dos livros no mundo antigo (Intrínseca, R$ 66,90), tijolaço de mais de 400 páginas, devorável em poucos dias, uma vez aberto. O leitor é transportado para tempos da proeza de montar uma biblioteca de rolos e mais rolos de papiros, muito antes da criação da prensa mecânica, em 1455, por Guttenberg. Vallejo mostra a evolução tecnológica dos livros em relato empolgante sobre gente que almejava passar para outras gerações o conhecimento dos ancestrais, a cultura que eles próprios sabiam que morreria aos poucos.

Os leitores de thrillers jamais se cansam de mistérios intrigantes e pavorosos tão desprezados pelos especialistas em literatura, mas amados pelo público em geral. Lançado em 2015, finalmente chegou ao Brasil  Sequestros na noite (LP&M, R$ 54,90), outra investigação do comissário Salvo Montalbano e sua atrapalhada equipe da delegacia de Vigáta, cidade fictícia criada pelo escritor Andrea Camilleri à imagem e semelhança de sua Porto Empedocle natal, na Sicília. Surge um Montalbano mais maduro – o romance é de 2015 –, um tanto menos irônico e sem as habituais brigas telefônicas com a eterna noiva Lívia.

 

 

 

Dez anos antes, Camilleri elogiava Antonio Manzini pela série iniciada por Pista Negra (LP&M, R$ 50), em que o subchefe Rocco Schiavonne, de integridade elástica, não tem pudor em se apoderar de dinheiro sujo de traficantes e mafiosos,  bem de acordo com uma Itália onde refugiados de outros países entram ilegalmente.

 

 

 

 

 

 

Surpresas no mesmo gênero vieram de duas autoras ainda pouco conhecidas no Brasil. O divertidíssimo romance de estreia de Nita Prose, A camareira (Intrínseca, R$ 47,90), tem como cenário quase único o hotel de luxo onde Molly Gray trabalha arrumando quartos. Com dificuldades de compreensão e interação social, a narradora é de uma inocência quase doentia. Ao encontrar um cadáver na suíte mais cara do hotel, ela oscila entre os papeis de testemunha a suspeita pelo crime, surpreendendo-se quando descobre que nem todos são o que aparentam.

 

 

 

 

Já A menina no escuro (Faro Editorial, R$ 49), de Karen McQuestion, traz três tramas paralelas, com personagens transitando pelos diferentes núcleos: duas vizinhas bisbilhoteiras descobrem que uma criança de 6 anos é mantida em cárcere privado, cumprindo todas as tarefas domésticas da casa da  mulher que a salvou da morte, quando bebê.

 

 

 

 

 

Suspense sobra no misterioso Os abismos (Intrínseca, R$ 59,90), da colombiana Pilar Quintana. A menina Cláudia descreve a rotina da mãe, indiferente à filha, a quem deu seu próprio nome. O casamento com um homem bem mais velho garantiu confortável sobrevivência à Cláudia adulta, que, no entanto alterna períodos de profunda depressão e exuberância, além da obsessão em cuidar de plantas que se espalham pelos cômodos do apartamento em Cali, na Colômbia. O pai provedor traz equilíbrio físico às duas Cláudias, que estão sempre à beira do desabamento emocional, ansiosas por uma existência invejada e gloriosa como as das celebridades retratadas em revistas populares.

 

 

 

O sonho da ascensão social pode ter motivado a trajetória de uma deputada  condenada pelo assassinato do marido, em 2019, com a conivência de três de seus filhos. O plano Flordelis  (Intrínseca, R$ 69,90), da jornalista Vera Araújo, reconstitui a trajetória da complexa e carismática personagem de origem humilde da parlamentar (hoje cassada). A busca pela notoriedade e o conforto justificariam o homicídio e tantos outros delitos –– assumir a criação de menores sem adotá-los legalmente, por exemplo — ou seriam apenas exercícios de sobrevivência em ambientes que protegem os bem-nascidos, reservando papéis subservientes aos menos favorecidos?

 

A violência da sociedade é o pano de fundo para os questionamentos levantados pelos personagens de A boa sorte (Todavia, R$ 40), da espanhola Rosa Montero, cujo protagonista, Pablo, decide, num impulso, abandonar sua carreira bem-sucedida e viver em um lugarejo sem qualquer atrativo, arranjando emprego como repositor de supermercado. Mafiosos, workaholics, pessoas privilegiadas se alternam ao longo do texto, em contraponto ao momento de puro desejo de escapar da vigilância tecnológica, desafiando as ultraconexões da contemporaneidade.

 

 

 

 

Por trás do poético título Ainda tem sol em Ipanema  (Faria e Silva Editora, RS 56), de Luís Pimentel, estão trinta sobre o triste cotidiano  do Rio de Janeiro, ao qual não faltam doses de humor e cinismo pincelados em histórias que retratam os dramas sempre causados pela brutal desigualdade social brasileira. Crimes encomendados, intencionais ou  acidentais são apresentados com a crueza da realidade enfrentada por milhões de pessoas que se consolam buscando o calor das praias para sobreviver mais um dia, mais uma vez.

 

 

 

Assombrações que desafiam qualquer realismo fantástico, até o que Rosa Amanda Strausz invoca no fascinante A cabeça cortada de Dona Justa (Rocco, RS 49,90), de Rosa Amanda Strausz. Mesclando diferentes épocas e aproveitando o sincretismo religioso que permeia a nossa cultura, o romance tem múltiplos protagonistas convivendo com seres do Além e buscando “jeitinhos” para enfrentar maldições com a proteção de santos cristãos, entidades africanas e conhecimentos indígenas.

 

 

 

 

 

O encantador Isto não é um romance   (Nova Fronteira, R$  44,90), de Cunha de Leiradella, traz Portugal dos tempos salazaristas até a atualidade como pano de fundo de uma bela história de amor de um homem solitário por seus animais, o gato Tovarich, e Minha, um pássaro fêmea que cai na casa do recluso, com a asa machucada. Vivendo da renda deixada pelos pais, um casal que prima pela brutalidade no trato com o filho, ele recorda as oportunidades perdidas de modificar sua vida, abrindo-se para amizades e namoros, num volume ricamente ilustrado com imagens que lembram a azulejaria lusa.

 

 

A condição feminina foi um dos temas mais recorrentes nos lançamentos literários do mundo inteiro em 2022. Uma mulher estranha (Tabla, R$ 62), de Leylâ Erbil, discute a desigualdade de gênero na sociedade da Turquia através do olhar de diversos personagens multifacetados como na vida real: a jovem socialista Nermin, sua mãe, a conservadora Nurye e o pai, que, agonizando, discorre sobre as raízes históricas de sua cultura.

 

 

 

 

Disposto em absoluta desordem cronológica,  As maravilhas (Todavia, R$ 51,90), da espanhola Elena Medel, situa num período de 50 anos as existências paralelas de três mulheres que, por diferentes circunstâncias, estão separadas umas das outras, embora sejam da mesma família. O dinheiro – ou a falta dele – é determinante no enredo para as escolhas de cada mulher, que rejeitam referências do passado num constante aprendizado de construção de felicidade.

 

 

 

 

Já o não pertencimento é a marca de Luísa, a protagonista de Cada despedida (Roça Nova, R$   36,90), da argentina Mariana Dimópulos. Em fragmentos de memórias, ela recorda sua trajetória em diversos países, onde coleciona amizades e amores, desde que deixou o pai, adoentado, em Buenos Aires, obrigando o leitor a montar um fascinante quebra-cabeças narrativo.

 

 

 

 

 

Um libelo contra o conformismo e aburguesamento da literatura,  A luta verbal (Iluminuras, R$ 48), do celebradíssimo pernambucano Raimundo Carrero,  discute o engajamento do escritor brasileiro em questionar a desigualdade social. A tradição da luta verbal brasileira, que vem de Castro Alves, Joaquim Nabuco e Lima Barreto, contra a escravidão, é representada por Graciliano Ramos, Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto na literatura nordestina, “e com os poetas Ferreira Gullar e Alberto da Cunha Melo na escrita do combate à ditadura. Todos escreviam com a faca nos dentes”, diz Carrero, que exalta diversos escritores do século XX, entre eles Ariano Suassuna e os  contemporâneos Jeferson Tenório, Paulo Scott, Itamar Vieira Junior,  entre tantos, e inclui “o funk slam, verdadeiro ativismo literário surgido nas periferias das grandes cidades”, que traz das ruas a vanguarda popular, ignorante do beletrismo, porém genuína e representativa.

 

Uma tradição cultivada em quase todos os estratos sociais, as relações ilícitas estão em O outro lado do poder – A história da política brasileira pela ótica das prostitutas (Máquina de Livros, R$ 35,90), do jornalista Sílvio Barsetti. Sem abordar casos amorosos adúlteros, ele traça um histórico da contratação de prostitutas para celebrações ou da frequência de bordéis por políticos – algo raramente mencionado pela imprensa nacional, mais ocupada em revelar escândalos de corrupção do que infidelidades conjugais.

 

 

 

 

Uma vida pessoal sem escândalos e a criação de um império são contados  por Luciana Medeiros em Arthur Sendas – Uma história de pioneirismo e inovação (Máquina de Letras, R$ 59). Além da saga da família de imigrantes portugueses que a partir de modestos armazéns em São João de Meriti, cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, criou a segunda maior rede de supermercados brasileiros – a maioria deles localizada em terras fluminenses, a biografia ressalta o papel de Arthur, ao fazer do negócio familiar uma empresa com 14 mil empregados e 58 lojas nos anos 1990.

 

 

 

Feliz 2023!!!

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