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“Nada a Fazer”

Luiz Claudio de Almeida 4 de dezembro de 2024 6 minutes read
“Nada a Fazer”
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Estreou Esperando Godot no Fim do Mundo, no Teatro Carlos Gomes.

 

A peça foi escrita no ano de 1952 pelo irlandês Samuel Beckett (1906-1989), no contexto do pós-guerra, após a conjuntura de terror e perseguições do período bélico, que inclusive ele vivenciou.

 

A montagem é da Companhia de Teatro Oficina Uzyna Uzona, tendo sida a última peça dirigida por José Celso Martinez, falecido em julho de 2023.

 

O texto narra a trajetória de uma dupla de palhaços vagabundos, Vladimir (Didi, interpretado por Alexandre Borges) e Estragon (Gogo, interpretado por Marcelo Drumond), que esperam em uma estrada, próximos a uma árvore, a chegada de Godot, que nunca aparece. Todas as tardes, um mensageiro preto (interpretado por Tony Reis),  avisa a dupla que eles devem retornar no dia seguinte, uma vez que o senhor Godot  só poderá vir na manhã do dia seguinte. Portanto, a dupla está em constante situação de espera.

 

Na montagem o mensageiro é um ator preto, aparece com uma indumentária que lembra um malandro sambista das décadas de trinta e cinquenta do século passado, que remete para a figura de Exu, que nas religiões afro-brasileiras se manifesta no Zé Pilintra. Ele aparece fumando, e falando em inglês. Ele rouba a cena do espetáculo com uma interpretação notável!

 

Enquanto aguardam por Godot, Didi e Gogo encontram Pozzo (interpretado por Ricardo Bittencourt), e Lucky (interpretado por Roderick Himeros). O primeiro leva o segundo por uma corda presa ao pescoço, xinga-o e frequentemente o castiga. Lucky se submete como um cachorrinho, mansinho, dominado.

 

Quando Pozzo solta Lucky da coleira, ele deixa de ser um tutelado, e passa a fazer uso da sua razão pública. Ele pensa, reflete, e critica esse mundo marcado por guerras e calamidades. Assim, Pozzo considera mais adequado mantê-lo na coleira.

 

A peça tem dois atos. Mas nada se modifica. Ou quase nada entre um e outro. Como um galho verde que surgiu na árvore, o esquecimento de Estragon, e a cegueira de Pozzo. O restante se mantém intacto.

 

“Nada a fazer” é a frase que inicia a peça, e será repetida diversas vezes pelos personagens, dando assim a linha do texto. Para preencher esse tempo em que não há nada a fazer, vazio, os dois conversam entre si, às vezes a contragosto, e também com Pozzo e Lucky. Uma situação angustiante transparece no espetáculo, pois não há nada a fazer. A não ser esperar.

 

Em meio ao caos, ao mundo sem referência, há situações de carinho e afeto. Como, por exemplo, os beijos entre Vladimir e Estragon tem uma demonstração de um afeto fraternal, e não sexualizado. Não é uma cena vulgar. É o carinho de dois amigos que esperam por alguém que não vem.

 

Ao fim do segundo ato, o mensageiro aparece para dar um novo informe. Informa que Godot se transmutou em outra entidade divina, num Exu, um orixá das religiões afrodescendentes. Ele não virá. Não é mais necessário esperá-lo. Vladimir e Estragon estão livres para prosseguir e construir seus caminhos, suas trajetórias.

 

O texto tem uma forte crítica ao mundo contemporâneo em que vivemos, marcado por fomes, guerras, e, sobretudo, por tragédias climáticas. O espetáculo tem seu início com trovoadas, relâmpagos e raios, e imagens projetadas das calamidades que tem atingido o mundo e o nosso país, como a enchente no Rio Grande do Sul, e a imagem trágica do cavalo no telhado da casa aguardando a água evadir. 

 

O elenco tem uma apresentação notável. Os cinco atores atuam muito bem em seus respectivos personagens, interpretando com uma técnica perfeita. Mas também atuam com emoção, passam angústia, sofrimento, inquietações, e também fazem rir no meio daquele mundo caótico. Estão em sintonia e ajustados. Eles dominam o palco e o texto com segurança e firmeza. Apresentam uma linguagem de fácil compreensão, e se comunicam bem com o público.

 

A direção é de Zé Celso Martinez que focou no texto. Ele deixou os atores a vontade no palco, e enfatizou a livre interpretação do elenco e dos seus respectivos personagens.

 

A cenografia criada por Marília Gallmeister e Marcelo X é simples, adequada e funcional. Ela é constituída por uma imensa árvore deitada com galhos secos, um pequeno conjunto de pedras, e, ao fundo, uma tela de projeção, onde são projetadas diversas imagens, inclusive as dos próprios atores em cena. Durante a peça há um figurante filmando os atores e a filmagem é reproduzida na tela.

 

Os figurinos criados por Sonia Ushiyama são bonitos, criativos, e seguem a linha da originalidade.

 

Vladimir e Estragon usam roupa em preto e branco, repleta de remendos, bonés, estão maltrapilhos e sujos.

 

Por sua vez, Pozzo usa camisa listrada em vermelho e preto, calça azul, e botas pretas. Peruca vermelha e boné. Binóculo. Casaco verde escuro decorado com insígnias militares.

 

Lucky, indivíduo que acompanha Pozzo com uma corda presa ao pescoço, usa terninho azul, gravata, camisa vermelha. Boné preto. Mochila vermelha nas costas, e maleta de mão.

 

Todos os quatro personagens acima referidos lembram palhaços e circenses maltrapilhos, figuras de andantes, que vagam pelas ruas e estradas, tentando ganhar a sorte.

 

O mensageiro de Godot, é o mais bem vestido. Ele usa terno branco, gravata e lenço vermelhos, chapéu branco panamá com faixa vermelha. Lembra a figura do malandro. E remete também nas religiões afrodescendentes a Exu, e a figura do Zé Pilintra.

 

A iluminação criada por Luana Della Crist apresenta um bonito jogo de luzes, e realça a atuação dos personagens em suas respectivas cenas.

 

Esperando Godot é um espetáculo com uma dramaturgia atualizada, refletindo sobre os problemas do mundo contemporâneo; um elenco de qualidade e com atuação convincente; e tem na direção a marca de Zé Celso, a originalidade, e irreverência.

 

Excelente produção cênica!

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Luiz Claudio de Almeida

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