Skip to content
15 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • fevereiro
  • Meu convidado dessa semana fala de seus livros e da biografia de Zaquia Jorge, ‘A Vedete de Madureira’. Não perca!
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

Meu convidado dessa semana fala de seus livros e da biografia de Zaquia Jorge, ‘A Vedete de Madureira’. Não perca!

Chico Vartulli 6 de fevereiro de 2025 6 minutes read
Marcelo Moutinho

Marcelo Moutinho

Redes Sociais
           

Quem tem hoje seus 45, 50 anos ou mais já, com certeza, ouviu seus avós ou pais falarem de Zaquia Jorge. Ela foi uma vedete e atriz do teatro de revista brasileira. Em Madureira, tornou-se proprietária do único  teatro de rebolado do subúrbio carioca, o Teatro de Revista Madureira, no final do ano 1950. Era conhecida como a “Estrela do Subúrbio” e “Vedete de Madureira”. E a nossa coluna de hoje traz o jornalista e escritor Marcelo Moutinho, que além de outras coisas é o biógrafo oficial da “Vedete de Madureira”. Além disso, Marcelo Moutinho está lançando o livro “O último Dia da Infância”. Um bate-papo maravilhoso que fala de cultura e, claro, de samba. Confira!

JP – Olá Marcelo! Você está publicando mais um livro – O último Dia da Infância. Você poderia comentar sobre essa nova produção? Quais são as novidades da obra?

O livro é dividido em quatro partes. No preâmbulo, está a crônica em que trato da morte da minha mãe – ela foi atropelada na véspera do Natal – e da questão do luto. No epílogo, temos uma carta de minha filha Lia, então com oitos anos, para a avó falecida. Entre esses dois textos, há duas unidades, cada uma com 18 crônicas. A primeira unidade contempla o olhar sobre a infância, a família, a casa, abordando também o isolamento imposto pela pandemia. Na segunda, esse olhar se espraia pela cidade. São textos embebidos da experiência de caminhar pela rua, de observar lugares e personagens da cidade. Então o livro tem um movimento que vai da morte para a vida, e da clausura para a fruição plena do sol.

JP – Com a publicação você retorna ao gênero crônicas. O que o motivou a retornar ao referido gênero?

Eu, na verdade, nunca deixei de escrever crônicas. Tenho uma coluna no jornal literário Rascunho, na qual publico um texto mensalmente. “O último dia da infância” é fruto desse trabalho, claro que com um viés um pouco distinto, porque não se trata de uma mera recolha de textos, mas de uma obra orgânica, pensada como livro.

JP –  Você poderia definir o que é uma crônica? O que caracteriza um texto desse gênero?

Quando perguntado sobre isso, o Rubem Braga certa vez respondeu: “Quando não é aguda, é crônica”. Muitos já tentaram definir o gênero, cuja principal marca á a hibridez. A crônica é literatura, mas também jornalismo. Trata da cidade, mas a partir do olhar individual e subjetivo do escritor. Quase sempre parte de uma situação real, mas não fecha as portas para a ficção. Tem, em sua gênese, a temporalidade, mas muitas vezes perdura por anos e anos. Portanto, é arisca, está sempre escapando do aprisionamento das definições. Eu diria que a crônica é uma literatura de bermuda e chinelos.

JP –  Quais são os temas que mais lhe fascinam para serem levados a uma página escrita?

A alma das cidades, as aparentes desimportâncias que nos cercam, a passagem do tempo.

Zaquia Jorge

JP – Você é o biógrafo de Zaquia Jorge. O que foi singular na trajetória de vida dela?

Atriz, empresária e dramaturga, Zaquia foi uma mulher singular em muitos aspectos. Primeiro, pela coragem de se desquitar aos vinte anos, abrindo a mão da guarda do filho pequeno para seguir a vida artística – o marido era contrário. Depois, pela iniciativa de abrir um teatro em Madureira, um bairro do subúrbio do Rio, mesmo quando todo o meio artístico lhe dizia que aquilo era uma loucura. O Teatro Madureira foi o primeiro em uma área suburbana/periférica no Brasil e, para tentar fazer seu projeto vingar, Zaquia enfrentou com talento e jogo de cintura o conservadorismo da população local. Além disso, criou esquemas de publicidade pioneiros, como a distribuição de folders com descontos nas peças, e passou a escrever parte dos textos, levando para os palcos os dramas e o cotidiano daquela gente em geral esquecida pelo poder público e desprovida de equipamentos culturais. A trajetória de Zaquia, além de ajudar a contar parte da história do teatro, do cinema e da música Brasil entre os anos 1940 e 1950, é também uma história de pioneirismos e de autonomia feminina.

JP – Você nasceu em Madureira, região do subúrbio do Rio de Janeiro. O que você destaca culturalmente nessa região da cidade?

Madureira foi por muito tempo considerada a capital dos subúrbios. Isso graças à pujança de seu comércio, referência para a população de dezenas de bairros próximos, mas também à força de sua cultura. Ali estão duas das escolas de samba que são esteio da cultura brasileira: o Império Serrano e a Portela. Ali está o único núcleo urbano de jongo no Rio de Janeiro, o Jongo da Serrinha. Ali está o Madureira Esporte Clube, de onde saíram craques como Evaristo de Macedo, Didi Jair Rosa Pinto, Marcelinho Carioca e, mais recentemente, Paulinho (hoje em atividade no Palmeiras). Poucos bairros das áreas de elite podem oferecer credenciais assim.

JP – Você nasceu num bairro onde o samba ferve. Você também escreve sobre esse gênero musical. Qual é a importância do samba para a vida da cidade?

O samba está umbilicalmente ligado à história e ao cotidiano do Rio de Janeiro. Não só como gênero musical, mas também pela experiência da roda, essa prática que tem um quê ritualístico. Há uma roda de samba em casa esquina e, ainda que tenham diferenças entre si, elas se parecem num aspecto que está ligado à sua gênese. É na roda que o carioca brinda à alegria, purga as tristezas, vislumbra o futuro que já vem. “O que espanta miséria é festa”, dizia o compositor Beto Sem Braço, na frase que acabou virando o enredo do Império Serrano para 2025. Acho que essa frase define também o Rio. É cantando que a gente afasta a miséria. Se não a financeira, a existencial.

JP – Quais são os seus projetos futuros?

Ainda esse ano vou lançar meu terceiro livro infantil. E, no momento, trabalho numa antologia de contos, que provavelmente será publicada em 2026.

About the Author

Chico Vartulli

Editor

View All Posts

Post navigation

Previous: Assistência Social
Next: Na Estante da Rogéria

Postagens Relacionadas

flavio-bolsonaro-ebc
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Flávio tem as digitais do pai

Vicente Limongi Netto 15 de abril de 2026
por-que-existe-uma-cruz-no-simbolo-da-cbf
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

O sonhado hexa

Vicente Limongi Netto 15 de abril de 2026
Roney, Larissa e Miguel em 'Fim de Tarde' - by Rodrigo Calonga
  • Alex Gonçalves Varela
  • Colunistas

Num Banco Vermelho…

Alex Varela Gonçalves 15 de abril de 2026

O que você perdeu...

flavio-bolsonaro-ebc
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Flávio tem as digitais do pai

Vicente Limongi Netto 15 de abril de 2026
cópia de FestivalTradicionalidades_Divulgação_Media_Bx_IMG_5683
  • Agenda

Festival Tradicionalidades

Luiz Claudio de Almeida 15 de abril de 2026
por-que-existe-uma-cruz-no-simbolo-da-cbf
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

O sonhado hexa

Vicente Limongi Netto 15 de abril de 2026
Roney, Larissa e Miguel em 'Fim de Tarde' - by Rodrigo Calonga
  • Alex Gonçalves Varela
  • Colunistas

Num Banco Vermelho…

Alex Varela Gonçalves 15 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.