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A música é sua paixão: Bate-papo com Márcia Melchior, fundadora do Instituto Rudá

Chico Vartulli 3 de abril de 2025 8 minutes read
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Minha entrevistada dessa semana é a querida Márcia Melchior. Fundadora do Instituto Rudá – Orquestra Forte de Copacabana -, presidente da Associação de Arte e Cultura RioMont, criada em fevereiro de 2023,  é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, de natureza cultural, que tem a missão de incentivar o fortalecimento de vínculos entre Brasil e China. E, é também, Embaixadora do Turismo do Rio de Janeiro.  Em nosso encontro falamos sobre sua paixão pela música, da difícil tarefa ade criar um grupo musical, do apoio do governo chinês a Orquestra do Forte Copacabana e muito mais. Confira!

 

JP –  Como se deu sua paixão pela música?
Minha paixão pela música se desenvolveu durante a juventude, quando me mudei para o Rio de Janeiro. A riqueza cultural da cidade teve um impacto profundo em mim, permitindo-me entrar em contato com uma diversidade de gêneros e estilos musicais. Essa experiência me mostrou como a música é uma forma poderosa de expressão e conexão humana. Através dessa vivência, percebi que a música não apenas enriquece a vida das pessoas, mas também possui o potencial de transformar realidades. Foi nesse contexto que decidi dedicar minha vida a promover a música como uma ferramenta de inclusão e transformação social.

JP –  Construir um grupo musical tem sido um trabalho árduo?
Sim, construir um grupo musical tem sido um trabalho árduo, mas incrivelmente gratificante. Desde o início, em 2011, contamos com o apoio do Grupo Shalom, cuja colaboração foi extremamente importante para o nascimento do projeto. Enfrentamos diversos desafios, como a captação de recursos, a seleção dos jovens talentos e a formação de uma base musical sólida.
A comunidade chinesa entrou como nossa parceira durante o período da pandemia, por meio da empresa CNOOC Petroleum Brasil, que hoje é nossa mantenedora, permitindo que continuemos nossas atividades. O processo de unir diferentes estilos e personalidades em um único projeto também demanda dedicação e paciência.
É fundamental destacar a parceria do Forte de Copacabana, que acolhe nosso projeto de modo muito cuidadoso, atencioso e sensível. No entanto, cada pequeno avanço e conquista nos mostra o verdadeiro poder da música e a transformação que ela traz para a vida dos jovens. Ver o crescimento e o desenvolvimento dos nossos integrantes faz todo o esforço valer a pena.

O elenco jovem da Orquestra Forte de Copacabana

JP –  Que papel desempenha o Exército e o Forte de Copacabana em seu projeto?
O Exército e o Forte de Copacabana desempenham um papel fundamental em nosso projeto. O Forte não só nos fornece um espaço físico acolhedor e inspirador, mas também é um símbolo de resistência e cultura que enriquece nossas atividades. A parceria com o Exército traz uma estrutura de apoio e segurança, além de possibilitar um ambiente disciplinado e organizado, essencial para o desenvolvimento dos jovens. Acredito que essa colaboração reflete o compromisso de ambas as instituições com a inclusão social e a educação, criando um espaço onde a música pode florescer e transformar vidas, enquanto preservamos a história e a cultura do nosso país.

JP –  O apoio do governo chinês é decisivo?
O apoio do governo chinês é fundamental para o sucesso da Orquestra Forte de Copacabana. Essa parceria, que se iniciou durante a pandemia — um período desafiador para todos nós — não apenas fortalece os laços culturais entre Brasil e China, mas também nos proporciona acesso a recursos e ferramentas essenciais para a realização de nossas atividades. O envolvimento do governo chinês reflete seu compromisso com a promoção da cultura e da educação, oferecendo oportunidades únicas para nossos jovens e enriquecendo nossa proposta musical.
Essa sinergia é vital para que possamos continuar nosso trabalho de transformação social por meio da música. Um marco significativo dessa parceria foi a nossa turnê à China em 2024, mais especificamente na cidade de Pequim, onde celebramos os 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China. Tivemos a honra de nos apresentar para o Vice-Presidente da República Popular da China, Sr. Han Zheng em um evento especialíssimo organizado e realizado pela Associação de Amizade do Povo Chinês com os Países Estrangeiros em um complexo hoteleiro exclusivíssimo em Pequim. Também tivemos a oportunidade de nos apresentarmos na Universidade de Pequim e na Universidade de Tecnologia e Negócios de Pequim, interagindo com jovens estudantes chineses e mostrando a cultura brasileira e a nossa interpretação da cultura chinesa. Foi emocionante! Durante essa visita, inclusive, deixamos uma carta endereçada ao Presidente Xi Jinping, expressando nossa gratidão à comunidade chinesa e compartilhando detalhes sobre nosso trabalho.
Para nossa alegria, em novembro, pouco após nosso retorno, recebemos uma honrosa resposta do Presidente à nossa carta, o que nos enche de orgulho e reafirma a importância de nossa missão.

JP –  Como você se sente, como Embaixadora de Turismo do RJ?
Como Embaixadora de Turismo do Rio de Janeiro, sinto uma grande honra e responsabilidade. É gratificante poder representar a riqueza cultural e histórica do nosso estado, especialmente a partir da perspectiva da música e da inclusão social. Essa posição me permite promover não apenas as belezas naturais e os atrativos turísticos do RJ, mas também o valor das iniciativas culturais, como a Orquestra Forte de Copacabana, que mostram o talento e a resiliência dos nossos jovens. Acredito que, ao compartilhar a diversidade e a riqueza do nosso estado, consigo inspirar outras pessoas a valorizar e apoiar a cultura, contribuindo para um turismo mais sustentável e responsável.

JP –  Como são feitos os ensaios?
Os ensaios da Orquestra Forte de Copacabana são realizados de forma estruturada e colaborativa. Temos um cronograma definido que inclui ensaios regulares uma vez por semana, onde os jovens músicos têm a oportunidade de praticar não apenas suas partes individuais, mas também de trabalhar em conjunto como um grupo. A direção musical conduz os ensaios, promovendo uma atmosfera de aprendizado e troca.
Além de praticar o repertório que abrange tanto a Música Popular Brasileira quanto músicas chinesas, utilizamos esses momentos para desenvolver habilidades técnicas e promover a integração entre os integrantes. A música é uma linguagem que une todos, e buscamos garantir que cada ensaio seja uma experiência enriquecedora, onde os jovens possam expressar sua criatividade e crescer juntos como músicos e indivíduos.

JP –  Os integrantes são remunerados?
Sim, os integrantes da Orquestra Forte de Copacabana são remunerados. Eles recebem uma bolsa auxílio que viabiliza sua participação no projeto todos os meses. Essa compensação não apenas ajuda a apoiar os jovens em sua jornada musical, mas também reconhece o valor de seu comprometimento e dedicação. Através dessa bolsa, buscamos proporcionar condições mais justas e equitativas para que eles possam se dedicar plenamente ao aprendizado e à prática musical, contribuindo assim para seu crescimento pessoal e profissional.

JP –  Quais são seus projetos futuros?
São muitos projetos futuros, e isso me entusiasma bastante! Neste momento, estamos focados na criação de um segundo grupo para o projeto, um núcleo de cordas friccionadas, que irá enriquecer ainda mais nossa proposta musical. Além disso, desejamos ampliar o tamanho do grupo para que possamos realizar apresentações também em formato sinfônico, unindo os dois conjuntos.
Estamos sonhando com a criação de uma Academia de Música no Forte, onde poderíamos ampliar as aulas oferecidas pelo projeto e melhorar nossa infraestrutura. Em 2026, planejamos uma exposição celebrando os 15 anos da Orquestra Forte de Copacabana, uma forma de refletir sobre nossa trajetória e conquistas.
Outro foco importante será o desenvolvimento de inúmeros projetos que celebrem a maravilhosa cultura chinesa aqui no Rio de Janeiro. Recentemente, recebemos uma carta do Vaticano, acolhendo a presença da nossa Orquestra para tocar para o Papa Francisco na ocasião do Jubileu 2025, em maio, em Roma. Estamos, neste momento, buscando recursos para que possamos representar o Rio de Janeiro nesta ocasião que promete ser muito emocionante.
Além disso, estamos planejando nosso retorno à China em 2025, com o objetivo de aprofundar nossos intercâmbios culturais com instituições de ensino chinesas.
Tenho certeza de que o futuro nos reserva realizações incríveis e oportunidades para continuar impactando a vida de muitos jovens através da música.

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Chico Vartulli

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