Skip to content
16 de maio de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • maio
  • A eterna trilha verde
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

A eterna trilha verde

Alex Cabral Silva 30 de maio de 2025 4 minutes read
WhatsApp Image 2025-05-22 at 09.23.22 (1)
Redes Sociais
           

Apesar de ser um campeonato jogado nos EUA, com uma única equipe canadense entre as participantes, os vencedores do troféu da NBA se denominam campeões mundiais. Esse é um tema sensível para fãs e esportistas locais que defendem que por se tratar da liga que tem os melhores do planeta, essa afirmação é bastante justificável. É fácil achar quem partilha dessa ideia, sustentado por uma fé inabalável que atesta que qualquer time norte americano arrasaria um grupo, vindo de fora, para enfrentá-lo. A superioridade da seleção de basquete estadunidense nas olimpíadas, contribuiu para fortalecer, ainda mais, a teoria que aponta apenas atletas, supostamente invencíveis, jogando por lá. Antes do início da última temporada, todas as 30 equipes participantes das duas conferências (Leste e Oeste), acusavam pelo menos um estrangeiro em seus quadros. E é sempre oportuno destacar, também, que desde a década de 50, é jogada a Copa do Mundo de Basquete, a cada quatro anos. 

Mas independente da alienação de alguns, é indubitável que a NBA é um selo global, que transborda as fronteiras do norte do continente americano. Seus times mobilizam fãs de todas as idades e cifras absurdas que giram um esporte que eterniza momentos e personagens fantásticos, há quase oitenta anos. Celtics City, série documental produzida pela HBO educa sobre como uma das marcas mais influentes do esporte mundial surgiu e ao mesmo tempo contribuiu para o nascimento de uma das ligas mais assistidas do planeta. Os nove episódios disponíveis no streaming Max cobrem os primeiros arremessos no extinto Boston Garden até o último título da franquia em 2024. O material se aprofunda numa história de muito sucesso, frustrações e tragédias, passando a limpo jogos lendários, desde as primeiras conquistas de Bill Russell e Bob Cousy, atravessando os anos de Larry Bird até Jayson Tatum e Jaylen Brown. 

 

A trajetória do Celtics extrapola o noticiário esportivo. A importância da vitoriosa camiseta verde para Boston e o papel identitário que ela assumiu, é fascinante. Gerações de torcedores cresceram acompanhando o que se tornou comum e com dificuldades aprenderam a processar eventuais derrotas. Indagar quem seria capaz de impedir mais um título, foi o que sobrou diante da potência que essa equipe se tornou desde sua fundação em 1946. Ao todo, são 18, até agora. E o hábito de vencer tantas vezes, acostumou os seus entusiastas a imaginar o troféu nas mãos desse time antes mesmo de uma nova temporada começar. A equipe que conseguiu tantos feitos extraordinários, entre eles, vencer 11 de 13 campeonatos disputados, impôs aos adversários décadas de supremacia. Mas também amargou tempos difíceis com 22 anos sem levantar uma taça. 

Para os que acompanham os jogos e viram muitos lances de tantos ícones se imortalizarem, Celtics City é, também, uma caminhada pela história da NBA. Uma aula sobre dinastias e uma reflexão da função social que o esporte tem, arrancando curativos e expondo feridas que surgiram até mesmo nos momentos mais bem sucedidos. É sobre comprometimento. E como um atleta é um cidadão como qualquer outro. Reflete sobre se posicionar e entender que um jogador bem sucedido não vive só de troféus e comendas pessoais. E reafirma que a diversão e paixão de tantos, segue sendo só mais um negócio para muitos outros. Figuras públicas, dirigentes, jornalistas locais, músicos, ex-jogadores, torcedores. Tipos diversos, nascidos e criados nas mais diferentes regiões da metrópole com a maior concentração de descendentes de irlandeses nos EUA, descrevem o que representa essa instituição e como ela mudou suas vidas. Um farto material histórico, muito bem compilado, revisita eras e aponta além, insinuando que não sonhar com novos feitos, não é opcional para essa torcida. São incontáveis eventos que, a cada capítulo, ilustram uma trilha verde e longeva que não parece ter fim. A série reporta como o time interferiu em agendas que iam além das quadras e de sua cidade sede. Como Boston é protagonista de vários momentos da história estadunidense. E como o Celtics segue caminhando junto e distante de ser um coadjuvante.

About the Author

Alex Cabral Silva

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Charge do Dia
Next: Flan de iogurte e geleia de maracujá, no Almoço Executivo

Postagens Relacionadas

IMG-20260515-WA5320
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Direita é mentirosa

Vicente Limongi Netto 15 de maio de 2026
WhatsApp Image 2026-05-14 at 14.17.46
  • Cláudia Chaves
  • Colunistas
  • Gastronomia

Passeio Completo: o teatro continua à mesa

Claudia Chaves 15 de maio de 2026
lula6766
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Flávio sujão e desmoralizado

Vicente Limongi Netto 14 de maio de 2026

O que você perdeu...

IMG-20260515-WA0064
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 15 de maio de 2026
IMG-20260515-WA5320
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Direita é mentirosa

Vicente Limongi Netto 15 de maio de 2026
Batuq_divulgação_05
  • Agenda
  • Carnaval

Mangueira recebe BatuQ em Verde e Rosa com Arlindinho, Nego Damoé e O Povo Canta Rei

Luiz Claudio de Almeida 15 de maio de 2026
regulação
  • Agenda
  • Boa Leitura

Brasília recebe lançamento de livro que revela bastidores do poder feminino na Regulação brasileira

Luiz Claudio de Almeida 15 de maio de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.