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18 de abril de 2026
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    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
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    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
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“O que move você?”

Luiz Claudio de Almeida 18 de abril de 2026 5 minutes read
Caio Leitão, Tatiana Sampaio e Bel Kutner

Caio Leitão, Tatiana Sampaio e Bel Kutner

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Festival O Que Move Você? reúne cerca de mil pessoas e traz o protagonismo da pessoa com deficiência por meio da arte com 2 dias de evento na Barra da Tijuca

A segunda edição do Festival O Que Move Você? ocupou a Cidade das Artes no último fim de semana e reuniu cerca de mil pessoas em dois dias de programação gratuita. Mais do que um evento cultural, o festival se firmou como um espaço de encontro, escuta e troca entre pessoas com e sem deficiência, tendo a inclusão como ponto central.
No sábado, a ciência entrou em cena com a palestra da Dra. Tatiana Coelho, que apresentou a polilaminina, uma proteína sintética com potencial de estimular a regeneração de conexões do sistema nervoso. Ao aproximar o público de avanços científicos que impactam diretamente a vida de pessoas com deficiência, o festival amplia o debate sobre autonomia, acessibilidade e futuro.
No domingo, o palco foi tomado por histórias que emocionam e provocam reflexão. O artista cearense Guilherme Dantas compartilhou sua trajetória como pessoa com deficiência visual desde o nascimento e reforçou a importância da esperança e da alegria como escolhas possíveis mesmo diante dos desafios.
A atriz Yohama Eshima trouxe um relato íntimo sobre a maternidade atípica após o diagnóstico precoce do filho com Esclerose tuberosa. Já Maria Teresa Stengel destacou que transformações coletivas começam a partir de atitudes individuais, reforçando o papel de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva.
A programação também contou com uma exposição fotográfica com jovens com Síndrome de Down, marcada por um olhar sensível e potente sobre identidade e pertencimento.
À frente da curadoria, Caio Leitão celebrou o crescimento do festival, que nesta edição passou a ocupar dois dias e integrar diferentes linguagens, como teatro, música, oficinas e painéis de conhecimento. Ele também destacou a importância de ampliar o debate sobre inclusão ao longo de todo o ano, fazendo referência ao trabalho da Embaixadores da Alegria.
Entre os artistas, o músico Rodrigo Sha destacou a potência do encontro entre diferentes expressões e trajetórias dentro do festival.
“É maravilhoso, estou no paraíso. Eu adoro agregar, iluminar, dar espaço para quem precisa ser visto e valorizar essa diversidade. A gente tem projetos lindos acontecendo, artistas com histórias potentes e uma troca muito generosa entre todos. É uma agenda muito positiva para a cultura e para a sociedade”.
Sha também falou sobre a proposta de levar experiências de conexão interior para o público.
“A espiritualidade está em tudo. A ideia é tornar isso acessível, levar para além dos espaços tradicionais. Trazer esse tipo de experiência para um festival também é inclusão. É plantar uma semente para que as pessoas olhem para dentro e entendam que a transformação começa de dentro para fora”.
Outro destaque foi a oficina de musicalização de Luis Carlinhos, que transformou o público em parte ativa da experiência, promovendo interação por meio de instrumentos, corpo e improvisação.
O pianista Jonathan Ferr também marcou presença, trazendo sua mistura de jazz, música brasileira e sonoridades contemporâneas.
“Não vim aqui pra entreter, mas pra conectar. É sobre acessar sentimentos, permitir que eles transbordem e usar a música como um caminho para se compreender e, quem sabe, transformar a própria realidade”.
Encerrando o evento, o mestre de cerimônias Gigante Léo destacou a importância do festival ao promover a convivência entre diferentes realidades.  “Eu acho que esse evento tem uma importância diferenciada das outras iniciativas de inclusão porque reúne pessoas com deficiência, pessoas sem deficiência, pais, mães, todo mundo no mesmo ambiente, no mesmo movimento, tratando todos de igual pra igual. E isso traz uma reflexão importante: as pessoas com deficiência são como quaisquer outras, têm suas necessidades específicas, assim como todo mundo tem. O festival joga luz sobre isso e mostra como esse movimento é fundamental para a sociedade”.
Ao longo dos dois dias, o público acompanhou encontros musicais inéditos entre artistas com e sem deficiência, além dos “Encontros que Movem”, rodas de conversa que ampliaram o debate sobre inclusão. As peças de teatro também tiveram papel de destaque na programação e contribuíram para evidenciar o crescimento e a consolidação do festival.
Com boa adesão do público e uma programação plural, o Festival O Que Move Você? se consolida como um movimento que vai além do palco e propõe novas formas de enxergar o outro e a si mesmo.

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Luiz Claudio de Almeida

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