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O trabalho diante do seu próprio fim-Reflexões a partir do Manifesto Contra o Trabalho

Arlindenor Pedro 4 de maio de 2026 8 minutes read
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 Por Arlindenor Pedro –  Professor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog,  Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas.
   Há momentos em que uma sociedade continua repetindo seus rituais sem perceber que o chão já cedeu sob seus pés. Tenho a impressão de que é exatamente isso que acontece hoje com o trabalho. Continuamos falando dele como destino, como necessidade, como virtude moral, mas algo mais profundo se alterou. Não é apenas o mercado de trabalho que está em crise. É o próprio lugar do trabalho na existência humana que começa a vacilar.
Durante muito tempo, eu mesmo pensei o trabalho como eixo organizador da vida social. Não apenas como meio de sobrevivência, mas como forma de inserção no mundo, de reconhecimento, de construção de sentido. Essa ideia atravessa séculos. Está na ética protestante, no iluminismo, nas tradições socialistas, nas narrativas de ascensão individual. Trabalhar sempre foi mais do que produzir. Era, de algum modo, tornar-se alguém.
Mas o que acontece quando essa mediação começa a falhar?
A leitura do Manifesto contra o trabalho, produzido pelo Grupo Krisis, me obrigou a enfrentar essa pergunta de forma mais direta, sem os confortos habituais. O texto é incômodo porque não se limita a denunciar injustiças. Ele atinge o núcleo do problema. Não diz apenas que o trabalho está sendo mal distribuído. Diz algo mais duro: que o próprio trabalho, tal como o conhecemos, pode ter perdido sua função histórica.
Confesso que essa ideia não se aceita de imediato. Há uma resistência quase instintiva. Talvez porque o trabalho esteja tão entranhado em nossa forma de pensar que questioná-lo pareça um gesto de irresponsabilidade ou até de negação da realidade. Mas, aos poucos, fui percebendo que o que está em jogo não é negar o esforço humano, nem a atividade criadora, nem a necessidade de produzir a vida material. O que está em jogo é outra coisa. É a forma específica, histórica, pela qual organizamos essa atividade.
O ponto central, para mim, está em reconhecer que o trabalho moderno não é uma condição natural da existência humana. Ele é uma construção social ligada a um tipo específico de sociedade, aquela que se organiza em torno do valor, da mercadoria e do dinheiro. E aqui a reflexão de Karl Marx ganha uma atualidade inesperada, sobretudo quando retomada por autores como Robert Kurz. O trabalho deixa de ser apenas uma atividade útil e passa a ser a substância de um sistema que precisa constantemente se expandir, transformar tempo em valor, vida em produção.
O problema é que esse sistema começou a se contradizer.
Vivemos um momento em que a capacidade de produzir riqueza material já não depende, na mesma medida, da força de trabalho humana. A automação, a digitalização, a inteligência artificial vêm reduzindo drasticamente a necessidade de trabalho vivo em vários setores. Isso se torna visível quando olhamos, por exemplo, para o caso da China, que se estruturou como o “chão de fábrica do mundo” a partir da abundância de mão de obra barata e que agora, pela própria lógica da concorrência, avança rapidamente na substituição dessa força de trabalho por máquinas.
E, no entanto, mesmo diante dessa evidência, continuamos presos à lógica segundo a qual só tem direito à vida social quem consegue vender sua força de trabalho.
Essa contradição se expressa de forma brutal. De um lado, uma massa crescente de pessoas consideradas “inúteis” pelo sistema. De outro, uma minoria submetida a ritmos cada vez mais intensos, pressionada por produtividade, desempenho e metas. Não se trata mais de integração, mas de seleção. Não se trata mais de promessa de progresso, mas de gestão da exclusão.
O que me inquieta é perceber como essa situação é naturalizada. Como ainda insistimos em tratar o desemprego como falha individual, como falta de qualificação, como ausência de esforço. Como continuamos repetindo, quase como um mantra, que a solução está em “gerar empregos”, mesmo quando a própria dinâmica econômica aponta na direção contrária.
Há aqui uma espécie de cegueira coletiva.
E talvez essa cegueira esteja ligada ao fato de que o trabalho não é apenas uma categoria econômica. Ele é também uma categoria moral. Trabalhar é visto como virtude. Não trabalhar, como desvio. Essa moralidade atravessa tanto o discurso liberal quanto boa parte do discurso de esquerda. Ambos, apesar de suas diferenças, continuam partilhando a mesma crença de fundo: a de que o trabalho é o fundamento da dignidade humana. No Brasil, isso se expressa também no crescimento da ideologia do empreendedorismo como solução para a falta de empregos e na expansão do imaginário moral ligado ao esforço individual.
É justamente essa crença que o manifesto coloca em questão.
Não de forma leve, nem conciliadora, mas com uma radicalidade que nos obriga a pensar. E pensar aqui significa aceitar o desconforto. Significa admitir que estamos defendendo uma forma social que já não corresponde às condições materiais do nosso tempo.
É nesse ponto que sinto necessidade de deslocar o olhar. Não apenas para o futuro, mas também para trás e para fora do horizonte do capitalismo. Ao longo da história, inúmeras sociedades organizaram a vida sem colocar o trabalho abstrato no centro. Povos indígenas, comunidades camponesas tradicionais, formas de vida que ainda hoje resistem à lógica mercantil mostram que produzir, cuidar, compartilhar e viver não precisam estar submetidos à ditadura do tempo convertido em valor.
Essas experiências não são modelos a serem copiados de forma ingênua, nem podem ser romantizadas. Elas também carregam suas contradições. Mas trazem um ensinamento que nos falta: a atividade humana pode estar integrada à vida, e não separada dela. O tempo pode ser vivido, e não apenas medido. A produção pode responder a necessidades concretas, e não a imperativos abstratos de valorização.
Em muitas dessas sociedades, o que chamamos de trabalho não aparece como esfera separada. Caçar, plantar, cozinhar, construir, cuidar dos outros, celebrar, tudo isso forma um tecido contínuo. Não há a cisão rígida entre tempo produtivo e tempo livre. Não há a centralidade de um valor externo que define o que importa ou não. Há, sobretudo, uma outra relação com o tempo, com a natureza e com a comunidade.
Estou convencido de que é justamente isso que mais nos falta hoje: imaginar que a vida pode ser organizada de outra maneira.
Porque o que o capitalismo fez foi precisamente separar. Separar produção de vida, economia de sociedade, indivíduo de comunidade. E o trabalho, nessa forma abstrata, é o instrumento dessa separação. Ele transforma a atividade humana em meio para um fim que não é a própria vida, mas a reprodução ampliada de um sistema.
O problema é que esse sistema já não consegue cumprir nem mesmo as promessas que o sustentaram.
Essa é a base da minha reflexão neste momento.
Diante do agravamento da crise, tenho a convicção de que essa reflexão é mais do que necessária. Não como exercício teórico distante, mas como tentativa de compreender o tempo em que vivemos. Há algo de profundamente deslocado no modo como continuamos organizando a vida. E esse deslocamento tende a se intensificar.
O primeiro passo talvez seja reconhecer o esgotamento. O esgotamento do próprio modelo. Reconhecer que a sociedade do trabalho, tal como se constituiu na modernidade, entrou numa crise que não pode ser resolvida apenas com ajustes. Que políticas públicas, por mais importantes que sejam, não dão conta de um problema que é estrutural. Que a própria política, dependente das bases materiais dessa sociedade, também se encontra em impasse.Isso nos coloca diante de um desafio difícil.
Como pensar a vida social para além do trabalho sem cair em abstrações vazias? Como imaginar formas de organização baseadas nas necessidades humanas e não na valorização do capital? Como reconstruir vínculos sociais num contexto marcado pela competição e pela fragmentação? Creio que a resposta não esteja apenas em inventar algo completamente novo, mas também em reaprender aquilo que foi apagado. Em recuperar dimensões da existência que foram subordinadas ou destruídas pela lógica do trabalho. Em reconhecer que a vida não precisa girar em torno da produção incessante, mas pode se orientar por outros ritmos, outras prioridades. Se há alguma tarefa que me parece urgente, é a de abrir esse debate. Aprofundar essa reflexão. Não para decretar o fim de tudo, mas para recusar a naturalização do que está em crise. Para recolocar perguntas que foram abafadas. Para recuperar a possibilidade de pensar a existência humana para além das formas que a aprisionaram.
No fundo, a questão é simples, embora suas implicações sejam profundas.O trabalho deve continuar sendo o centro da vida humana? Ou chegou o momento de começar, ainda que de forma incerta, a imaginar um mundo em que a vida não precise mais girar em torno dele?

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