
Os pilantras do nefasto e podre clã Bolsonaro não sossegam o facho. Vociferam, debocham, mentem. ameaçam, mas não são levados a sério por aqueles que raciocinam com a própria cabeça. Estão sempre metidos em confusão e destrambelhos. O pai, coitado, na falta do pão com leite condensado que adorava nos tempos felizes para ele e a curriola, certa noite tentou arrancar com ferro de solda, a linda e modelar tornozeleira eletrônica, para fugir. Roteiristas e escritores não atinaram que começava ali o filme de terror da família. Agora, com ajuda do meliante Daniel Vorcaro tentam finalizar na marra, o escrachado filme do herói de barro. Os áudios melosos e subservientes de Flávio ao bandido Vorcaro são imundos. A desgraça eleitoral bate na porta do candidato sem avisar. Flávio admitiu, com cara abobalhada de puro e decente de meia pataca, que foi visitar o indecoroso ex-banqueiro na casa dele. Levando latas de leite condensado com a estima do pai. O fujão e boçal Eduardo continua vomitando imbecilidades dos Estados Unidos. Não é mais atendido por Donald Trump de quem se dizia amiguinho do peito. Já bastam as más companhias que o presidente dos Estados Unidos tem. O bobão Carlos, fez campanha em Maceió. Afronta canalha e burra a adversários do pai dele. Nem sabem que Carlo existe. Cresce o inferno astral de Flávio Bolsonaro, irmão mais velho da complicada família. O fogo arde e queima cada vez mais nas entranhas do senador. Aliados e correligionários até então solidários, estão fugindo dele com o diabo foge da cruz. O arrogante Flávio está mais por baixo do que tapete de porão, sacaria o genial Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo do escritor, compositor e jornalista Sérgio Porto. A propósito, Sérgio Porto escreveria hoje, com os pés nas costas várias edições do seu primoroso livro “Festival de Besteira que Assola o país”. Teria material sobrando.





