
Lula, pode não ser o candidato ideal, mas hoje no Brasil não tem um candidato com a experiência, desenvoltura e a dinâmica de Lula em relação à política interna e externa. Não é fácil defender o humanismo e o progresso, quando um presidente recebe um país destruído por dois perdulários, que venderam 63 ativos lucrativos da Petrobrás, que tem influência nos preços dos combustíveis, com seus órgãos de governo aparelhados, com um Congresso corporativo dominado pela direita e ainda sofrendo pressão de uma potência estrangeira influenciada por traidores da pátria.





