
O hábito ruim e deplorável do ser humano de pensar mais nos interesses pessoais do que nos interesses coletivos é uma praga que insiste em torpedear a democracia no mundo inteiro. Sobre a brutal aberração debruça-se a jornalista e diretora de redação do Correio Braziliense, Ana Dubeux, no artigo denominado “Entre grito e sussurros: o teste da democracia”, edição deste domingo, dia 6. Dubeux sustenta que o clima rasteiro e vergonhoso no Supremo Tribunal Federal(STF), manchando a dignidade do poder judiciário e das instituições significa forte alerta para o cidadão pensar duas vezes na hora de votar. Para a jornalista, é preciso, dentro deste quadro de decepções, “ter cautela, atenção e controle”. Dubeux acredita que nas urnas de outubro, o eleitor deve levar no bolso, junto com a tradicional colinha, normas e deveres que precisam servir de alimentos para o coração e para a caminhada diária da vida, que precisam servir de tônica e de lições para candidatos eleitos e brasileiro em geral, devotos da família e da democracia. “Que a moral, ética, cidadania, honestidade, respeito ao próximo e os direitos fundamentais para a vida humana voltem a ser preceitos importantíssimos para decidir o voto”, completa Dubeux.





