1 de dezembro de 2022
Vivian Fava Paternot, Vânia Bonelli e Éricka Madeira

O modernismo é o tema de duas novas exposições que a Funarj abriu no Museu do Ingá, o antigo palácio do governo do Estado em Niterói, por onde passaram muitos convidados da cidade e os que atravessaram a ponte para ver essas obras referenciais da arte brasileira. Uma das exposições é a itinerância da “A Afirmação Modernista: a paisagem e o popular na Coleção Banerj”, que dedicou um núcleo exclusivo para celebrar o artista Di Cavalcanti, contendo entre outras obras, “Brasil em quatro fases”, políptico formado por quatro painéis, e Gente da Ilha. A filha do artista, Elisabeth Di Cavalcanti Veiga estava entre as presenças festejadas da prestigiada abertura, que reuniu os ex-diretores do Museu Histórico Nacional, Paulo Knauss e Vânia Bonelli, e a diretora do Museu Dom João VI, Marize Malta, o restaurador Edson Motta e a professora emérita da UFF,  Ismênia de Lima Martins.

A outra exposição, “Como era bom o Carnaval: a arte moderna de Helios Seelinger”, do historiador da arte João Brancato, serviu de lançamento ao mais novo programa da Funarj, Jovens curadores. Essa exposição vem retomar o valor de Helios Seelinger, depois de 47 anos da última individual, realizada no Museu Nacional Belas Artes.

Ao final, um concerto de harpa, com os irmãos colombiano Isabela e Martin Cortes Albarrisin, integrando a programação do Rio Harp Festival, e que acabou em samba, com a orquestra de cavaquinhos de Cabo Frio.

Douglas Fasolato, Ludwig Danielian, Rafael Fortes Peixoto, Marcus Lontra,
Márcio Gobbi e Anderson Eleotério

Ismênia de Lima Martins e Elenora Nobre Machado

João Brancato e Tati Flemming

Nice Costa e Tania Teixeira

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