Skip to content
19 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2024
  • fevereiro
  • Barão de Itararé e suas manhas
  • Colunistas
  • Luis Pimentel

Barão de Itararé e suas manhas

Luiz Claudio de Almeida 7 de fevereiro de 2024 8 minutes read
BarodeItararcomManoelBandeiraeoutroamigo
Redes Sociais
           

   Revolução de 1930. As forças políticas reunidas em torno da chamada Aliança Liberal se sublevaram, sob a liderança de um baixinho gaúcho invocado chamado Getúlio Vargas. Uma grande batalha estava prometida e deveria ocorrer em Itararé. Mas não houve batalha nenhuma, pois o presidente Washington Luís fora deposto por seus próprios auxiliares, bem à moda brasileira. Foi o bastante para outro baixinho gaúcho invocado, diretor de um combativo e debochado jornaleco de humor, autoproclamar-se Duque da batalha que não aconteceu, “pelos relevantes serviços prestados no front”. Modesto, o aloprado jornalista rebaixou depois o título para Barão de Itararé.

     O jornal era A Manha e seu diretor o humorista, frasista, poeta, político e sacana inveterado Aparício Torelly, que também assinava Aporelly.

     Nosso herói nasceu no dia 29 de janeiro de 1895 e foi batizado com o pomposo nome de Fernando Aparício Brinkerhoff Torelly, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Era filho de uma índia charrua que sentiu as contrações durante uma viagem de carroça pelo interior do estado.

     “De repente, a carroça quebrou e eu resolvi botar a cabeça para fora pra ver o que estava acontecendo.” Foi sua primeira gracinha. Antes de deixar os pampas para tentar a vida no Rio de Janeiro, onde descobriu sua verdadeira vocação, Aparício cursou períodos na Faculdade de Medicina de Porto Alegre. Desta época já despontam alguns exemplos do seu humor rápido e mordaz. Durante uma prova oral, o seriíssimo professor de anatomia fez a pergunta:

  • Quantos rins nós temos?
  • Quatro – respondeu o aluno.
  • Quatro? O senhor está maluco?
  • Dois meus e dois seus. Isto se o senhor for um indivíduo normal.

Durante outra argüição, ouviu o mestre irritado com suas respostas cretinas berrar para o bedel:

  • Traz aí um pouco de alfafa!

A reação brilhante do Barão:

  • E para mim, um cafezinho.

Depois de publicar alguns poemas cínicos e satíricos nos jornais e

revistas de Porto Alegre, reunindo-os em seguida no livro Pontas de Cigarro, Aparício arrumou as malas e se mandou para o Rio de Janeiro, onde desembarcou aos 21 anos de idade e com o endereço do jornal O Globo no bolso. Procurou o diretor do jornal, Irineu Marinho, e avisou que era o profissional que O Globo estava precisando.

  • O que o senhor sabe fazer? – perguntou Irineu.
  • Tudo. Desde varrer a redação até dirigir o jornal.

Diante do espanto causado, provocou:

  • Mesmo porque, não há muita diferença entre uma atividade e outra.

Mostrou algumas crônicas humorísticas e foi contratado imediatamente.

A primeira dessas crônicas foi publicada já no dia seguinte, assinada, na primeira página.

Estava bom, mas era pouco. O Barão queria e merecia muito mais. Em 1926, lançou seu próprio jornal semanal, A Manha, pequena sacanagem em cima do matutino A Manhã, um dos jornais mais influentes da época. Bem abaixo do logotipo, a frase explicativa: “Quem não chora, não mama”. A redação ficava na Rua 13 de Maio, onde tempos depois, prisões depois e pescoções depois o Barão de Itararé afixou uma placa destinada aos policiais que freqüentemente visitavam a redação e seu responsável: 

ENTRE SEM BATER!

     O lançamento do jornal A Manha – onde dirigiu, colaborou sob diversos pseudônimos, escrevendo o material editorial inteiramente sozinho – veio a comprovar a imensa capacidade de trabalho e a imaginação fértil de Aparício Torelly. Era “um self-made-man, feito por si próprio, pois se fosse esperar por essa canalha que aí está jamais o seria”, explicava ele, quase sempre sorridente. “Desse senhor Barão de Itararé, de seu riso claro e irresistível, nasceram os atuais humoristas brasileiros, os que desenham, os que escrevem, os que desenham e escrevem”, afirmou Jorge Amado, em 1985, em texto para o livro Máximas e Minas do Barão de Itararé, edição da Agência MPM e Editora Record.

     “O Estado Novo é o estado a que chegamos”, foi como Aporelly definiu a situação de desmandos, pressões e prisões do período mais sombrio do governo Vargas. “Sua palavra, revestida de coragem exemplar e de doce humildade, estava sempre a serviço das mudanças, vale dizer, da esperança, o que fazia dessa palavra um surto permanente de sorriso, e de riso, pois que (malgrado tudo!) de esperança. Pois até o fim Aporelly não descreu que o mal residia necessariamente no social de nossa vida de classes antagônicas”, escreveu o acadêmico e filósofo Antonio Houaiss, em 1986, nas páginas de As Duas Vidas de Aparício Torelly – o Barão de Itararé, livro do jornalista Cláudio Figueiredo. A Manha, autocaracterizada como “hebdomadário’, fazia basicamente um humor político, concentrando suas baterias sobre os figurões da República. “O então Presidente Washington Luís foi transformado em redator-chefe de A Manha e aparecia em todos os números, assinando longos bestialógicos (era o Vaz Antão Luís, nosso companheiro que acumula as funções de Presidente da República)”, segundo informações do filósofo Leandro Konder, em pequena biografia do Barão produzida em 1983 para a Editora Brasiliense. E mais: “impressionado com a cuidada elegância das botinas lustrosas do tristonho ministro Félix Pacheco, Aporelly apelidou-o de Infélix Pé Chic”.

      A Manha resistiu até o começo da década de 1930. O Barão assinou colaborações em alguns jornais e em 1934 tentou dirigir um veículo “sério”, o Jornal do Povo. Carregou nas tintas políticas e recebeu logo o troco: foi seqüestrado e espancado por oficiais da Marinha, influenciados pelos integralistas. No ano seguinte relançou A Manha, quando colocou na porta o famoso letreiro “Entre sem bater”. Não adiantou. 

     Entraram, bateram muito e ainda carregaram o Barão para o presídio da Ilha Grande, onde puxou um ano e meio de cadeia. Lá conheceu quase todos os membros do Partido Comunista e também o escritor Graciliano Ramos, vindo a tornar-se depois personagem do antológico Memórias do Cárcere.

     Durante o interrogatório, travou o seguinte diálogo com o oficial de plantão na Vila Militar: 

    • Nome?
    • Aparício Torelly.
  • Sabe ler e escrever?
  • Sim.
  • Profissão?
  • Jornalista
  • Participa do movimento?
  • Sim.
  • Pode dar mais detalhes?
  • Participo do movimento como o senhor também participa. Afinal, como prova a física, tudo no mundo é movimento.

     Saindo da cadeia, em 1937, o incansável Barão tentou mais uma vez colocar A Manha nas bancas. Foi “aconselhado” pela ditadura do Estado Novo a desistir do projeto suicida. Só em 1945, com a abertura política, conseguiu relançar o jornal. Mais uma vez foi um sucesso, tanto que dois anos depois seu diretor foi eleito vereador da então capital da República pelo momentaneamente “legal” Partido Comunista Brasileiro, o Partidão. Na ocasião, denunciava-se na imprensa a ação criminosa de alguns comerciantes que estavam “batizando” o leite (misturando com água para aumentar a quantidade). Aporelly pegou o mote e fez sua campanha vitoriosa com o seguinte slogan:

     “Mais água e mais leite. Mas menos água no leite.”

     Não conseguindo mais manter o seu jornal, por falta de dinheiro e saúde (já tinha sido vítima de dois derrames), Aparício Torelly publicou três Almanaques dA Manha, entre 1949 e 1955. O terceiro volume destas obras foi relançado em 1995, pela editora paulista Studioma, como parte das comemorações do centenário do humorista. Doente e desanimado, Aparício praticamente se trancou em seu pequeno apartamento na Praça São Salvador, no Rio de Janeiro, para estudar matemática e dedicar-se a uma ciência nova que ele chamava de Biônica – relacionando a biologia à eletrônica.

     Aporelly viveu sozinho os seus últimos anos de vida: o pai do filósofo Leandro, o escritor Valério Konder, fora amigo pessoal do Barão. E contou que certa vez, ao atravessarem juntos a Avenida Rio Branco, o humorista enxergou um ônibus que se aproximava e advertiu: “Cuidado, Valério. Aquele ali já nos viu”. A doença deixara o Barão medroso e assustado. Noutra ocasião, tendo que escapar de um carro que quase o atropelou, comentou com amigos: “Era um belo carro. No mínimo, cento e vinte cavalos, sem contar o que estava no volante”.

     Afastou-se do humorismo profissional, mas não deixou de praticá-lo no dia-a-dia até o fim da vida. Autor da máxima “o que se leva dessa vida é a vida que a gente leva”, Aparício Torelly conseguia fazer piada com qualquer assunto. Já nas últimas, respondeu à pergunta do médico se estava se alimentando com os cuidados que sua saúde exigia: 

     – Minha alimentação é frugal, doutor, consta só de dois pratos. Um fundo e outro raso.

          Morreu no dia 27 de novembro de 1971, em seu apartamento na Praça São Salvador, no Rio de Janeiro. Um dia, naturalmente, nublado e sem graça nenhuma.

 

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Charcutaria A Casa das Meninas
Next: Justa homenagem: Ludmilla recebe Medalha Pedro Ernesto

Postagens Relacionadas

WhatsApp Image 2026-04-17 at 11.48.41
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

Nem tão aleatório assim

Alex Cabral Silva 17 de abril de 2026
Texto e Foto Carlos Monteiro
  • Carlos Monteiro
  • Colunistas

Downtown muito dow

Carlos Monteiro 16 de abril de 2026
helix_games-cyclist-5507225
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Ciclista na mira

Vicente Limongi Netto 16 de abril de 2026

O que você perdeu...

WhatsApp Image 2026-04-18 at 01.02.12
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 18 de abril de 2026
Caio Leitão, Tatiana Sampaio e Bel Kutner
  • Agenda

“O que move você?”

Luiz Claudio de Almeida 18 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-18 at 10.06.47
  • Agenda

Construtora Tenda abre programa de estágio afirmativo com 38 vagas em nove estados

Luiz Claudio de Almeida 18 de abril de 2026
BASTIDORES_FILHA DO MAR by ALAN DURAZZO_#01_Easy-Resize.com
  • Agenda

“Filha do Mar”

Luiz Claudio de Almeida 17 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.