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A fome que não deve morrer mas transmutar

Luiz Claudio de Almeida 14 de dezembro de 2025 6 minutes read
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Redes Sociais
           
Por Guilherme Fainberg  –  Médico com formação winnicottiana – Colunista convidado.
Há um rumor subterrâneo que percorre nossa época, um som quase imperceptível que vibra no fundo
das horas e que insiste mesmo quando silenciamos todos os aparelhos.  É a solidão que se infiltra no
cotidiano com delicadeza cruel, ocupando frestas que antes pertenciam ao silêncio fértil.
   Não se trata
daquela solidão escolhida como pausa ou repouso, mas de outra, bem mais rigorosa, que se manifesta, mesmo quando nos cercamos de pessoas, mensagens e imagens. É a solidão que se oculta dentro das relações rápidas, das conversas apressadas, dos vínculos que se dissolvem sem deixar
marca, como se nunca tivessem existido. Vivemos mergulhados num tempo que valoriza o movimento
constante, a capacidade de adaptação, mas que teme qualquer forma de profundidade, como se o
contato autêntico ameaçasse algo essencial. A vida se tornou líquida e, por isso, escapa
das mãos.
O sujeito contemporâneo vive num paradoxo persistente. Deseja o outro, mas evita a exposição.
Anseia por ser visto, mas teme ser decifrado. Busca reconhecimento, mas se refugia em versões
editadas de si mesmo. É um modo de existir que aprendeu a manter distância, mesmo na proximidade,
como quem toca a superfície das coisas evitando o risco de rachaduras.     E, no entanto, algo dentro de
nós sabe que essa distância tem um preço alto. O mal-estar que se instala não é somente individual, é
social, quase estrutural, como se a própria organização da vida tivesse esquecido que seres humanos
precisam de presença para permanecer inteiros.
A sociedade de performance exige que estejamos sempre prontos, sempre coerentes, sempre
interessantes. O exagero de estímulos produz, paradoxalmente, um deserto afetivo. As relações passam a funcionar como pactos provisórios, sustentados por conveniências e medos, e não por entrega. Muitos vivem em constante estado de vigilância emocional, alinhavando sorrisos que não tocam a alma e diálogos que não atravessam a superfície. A intimidade, quando aparece, é quase um
acidente. Falta espaço, falta tempo, falta coragem. E, acima de tudo, falta a experiência fundamental de ser acolhido tal como se é, sem a sensação de estar sendo avaliado.
A carência de vínculo não produz apenas tristeza, produz adoecimento. O corpo registra o que a mente tenta negar. A ausência de presença se converte em tensão, em vazio, em irritabilidade vaga.
Há uma fome silenciosa, uma fome que não encontra alimento porque não é de coisas, mas de encontro. Por trás de muitos sintomas contemporâneos há uma ferida simples e complexa ao mesmo tempo, a ferida de não ter sido encontrado em momentos decisivos, a ferida de ter crescido em
ambientes que ofereciam cuidado funcional mas nenhuma verdadeira confirmação emocional. E,  isso
se perpetua, como se repetíssemos uns nos outros, a mesma ausência que nos formou.
A construção de uma existência saudável depende da experiência de um ambiente que sustenta, que
reconhece, que permite o gesto espontâneo. Quando esse ambiente falta, quando a sustentação
inicial é insuficiente, o sujeito aprende a sobreviver criando camadas de adaptação, modos de ser que
combinam com as expectativas externas, mas que deixam o interior intocado.
    A pessoa funciona, trabalha, conversa, cumpre papéis, mas vive com a sensação de ser apenas uma sombra do que poderia ter sido.
    O mundo atual, ao incentivar máscaras sociais e identidades flexíveis, multiplica essas sombras. É fácil funcionar, é difícil existir.
A solidão de nosso tempo não nasce da falta de pessoas, mas da falta de encontro real. E o encontro real exige lentidão, exige desarmamento, exige permitir que o outro nos alcance.
   Em um mundo que nos treinou para evitar riscos, entregar-se se tornou quase um ato de coragem. Relações
profundas exigem disponibilidade e vulnerabilidade, mas nossa época valoriza o controle e desconfia
do desamparo compartilhado. Assim, evitamos compromissos intensos porque tememos perder
liberdade, mas também tememos a constância.
Nada disso se cura com soluções rápidas. Não há tecnologia capaz de substituir presença. Não há
algoritmo que produza confiança. Para desfazer a solidão que nos atravessa, precisamos recuperar
práticas afetivas que parecem antiquadas, mas que na verdade são essenciais.
   É necessário reaprender a olhar demoradamente, a escutar sem finalidade, a sustentar silêncios que não são incômodos, mas férteis.   Precisamos permitir que o outro exista sem que nossa ansiedade interfira no
ritmo do encontro. Só assim o vínculo pode nascer e se aprofundar. Ele não prospera na pressa, ele não resiste à superficialidade, ele não suporta máscaras muito espessas.
Quando alguém nos oferece presença verdadeira, mesmo que por um instante, sentimos uma
expansão interna difícil de nomear. É como se o mundo recuperasse densidade. Como se finalmente
pudéssemos existir sem esforço. Essa experiência é rara, mas transforma. A solidão se desfaz não porque desaparece, mas porque encontra sentido.
   A vida se torna respirável quando alguém segura, mesmo simbolicamente, o espaço que estamos prestes a perder.
No mundo atual, marcado por urgências e pelo culto à autonomia absoluta, o vínculo profundo é quase
uma subversão. Requer sensibilidade, paciência, disposição para suportar incertezas.
   Porém, é, justamente, o vínculo que permite que o sujeito se reconheça e se sustente. Não buscamos apenas
companhia, buscamos pertencimento. Não queremos apenas trocas rápidas, queremos continuidade.
Queremos saber que, em algum lugar do mundo, alguém nos considera reais.
A solidão contemporânea é vasta, mas o vínculo, quando verdadeiramente vivido, é igualmente vasto.
Basta que uma única presença se ofereça como porto, mesmo que por pouco tempo, para que algo em nós volte a pulsar. O mundo pode ser ruidoso, veloz, disperso, mas enquanto houver encontro
possível, enquanto houver disponibilidade humana, enquanto houver alguém capaz de permanecer ao
lado de outro no exato momento em que tudo poderia desabar, a solidão nunca será definitiva.
E, talvez, seja essa a tarefa silenciosa de nosso tempo, reaprender o vínculo para que possamos, enfim, reaprender a existir.

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