
Nessas eleições de 2026 está em curso o ataque à segurança nacional, basta analisar os projetos da extrema direita para o futuro do Brasil, Flávio Bolsonaro já deixou claro que vai cortar gastos no lombo dos trabalhadores, aposentados e dos necessitados, prometeu à Faria Lima que vai reformar a CLT e Previdência, já ofereceu ao Trump nossas riquezas e a Amazonas, há pouco tempo disse que Trump tinha que bombardear as embarcações na baía da Guanabara.
Está havendo um processo para entregar o Brasil aos grandes grupos financeiros e econômicos, nacionais e multinacionais.
A Dívida interna bruta, que inclui todos os estados e municípios, está alta, que a meu ver, deve-se à taxa SELIC que vem alta desde o tempo do Roberto Campos. Se a taxa Selic fosse a metade do que é, o governo em vez de pagar mais de R$ 1 trilhão tirado do orçamento só para rolar a dívida, pagaria a metade e sobraria mais de R$ 500 bilhões, para diminuir a dívida. Se os índices econômicos estão dentro de um patamar normal, não se justifica a Selic alta, só serve para enriquecer mais os que vivem da usura, diga-se de passagem: o mercado financeiro.
Logo no início de sua gestão, Galipolo disse que a taxa de juros alta era para combater a inflação, que com aumento do emprego o consumo também aumentou, isto é, não pode gerar emprego. A partir de 2023 o consumo aumentou, mesmo com a taxa Selic alta, fazendo com que a arrecadação do governo federal, estaduais e municipais aumentassem.




