
Visita do rachadinha Flávio Bolsonaro foi patética. Seria hilariante se não fosse vazia, inútil e rigorosamente cretina. No gabinete de Trump, sempre perfumado, ficou um cheiro ruim. Algo podre havia passado no salão oval. Seguranças foram acionados para descobrir quem entrou na sala do presidente mais poderoso do mundo e deixou no ar um odor de purgante e gambá. A sala foi evacuada. Trump durante o encontro vapt vupt com o farsante Flavio precisou sentar porque sentiu tremores e calafrios no corpo. Médicos informaram que o perfume da Praça Mauá que o senador usava foi a causa das tonturas do anfitrião. Quando dois serviçais de Flávio entraram no gabinete, Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, as mãos de Trump tremeram. O presidente percebeu ser mais cômodo e seguro conversar com representantes do Irã, da Rússia ou da Ucrânia. Segundo o rachadinha achocolatado, Trump perguntou sobre a saúde do pai dele, o golpista condenado e preso. Educado e fofo o topetudo Trump. Flávio ficou mudo, sem palavras, Eduardo socorreu o irmão mais velho, “fala a verdade, cara, diga que papai está fudido e mal pago”. A assessoria de Flávio não informou se Trump ficou sabendo da cruel verdade.
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Fibra
Impressiona até mesmo os mais incrédulos, a fibra e a obstinação da ex-governadora Roseana Sarney. Lutando e vencendo obstáculos duros de doenças, Roseana tem aparecido nas propagandas eleitorais do MDB. Voz forte, articulada, olhos saudando a vida. Roseana lidera as pesquisas para senadora, pelo Maranhão. O qualificado cientista político Paulo Kramer tem razão, quando compartilha e destaca o orgulho que o ex-presidente José Sarney tem da briosa filha.






