
O Brasil parou para ouvir o sábio e inconfundível presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, no palco iluminado do Jornal Nacional. O mundo jurídico tem que agradecer aos deuses da floresta amazônica e aos anjos do firmamento, por Simonetti existir. Declarações enfáticas do chefão da entidade que já foi presidida por craques como Bernardo Cabral, Reginaldo Oscar de Castro e Seabra Fagundes, precisam ser panfletadas por avião durante o Rock Rio e no maracanã no dia de Fla-Flu. Beto sabe tudo. Fazia tempo que não dava o ar da graça. Todavia, para falar o rosário oceânico de obviedades sobre o quadro atual da crise no Supremo Tribunal Federal(STF), francamente, era melhor o doutor Beto Simonetti continuar mudo. Pescando tambaqui em Manaus e se deliciando com tacacá e açaí com peixe frito.






