Skip to content

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
  • Boa Leitura
  • Carnaval
  • Colunistas
  • Contato
  • Entrevista
  • Publicidade
Light/Dark Button
Contato
  • Home
  • 2023
  • novembro
  • No Teatro ou na TV, ela sabe tudo. Minha entrevistada é a roteirista Renata Mizrahi
  • Chico Vartulli
  • Colunistas

No Teatro ou na TV, ela sabe tudo. Minha entrevistada é a roteirista Renata Mizrahi

Luiz Claudio de Almeida 23 de novembro de 2023 10 minutes read
IMG-20230925-WA0220
Redes Sociais
           

Quando o assunto é entretenimento, ficção, diversão,  seja na TV ou no Teatro ela aparece com um longo e premiado currículo.  Minha entrevistada dessa semana  é a roteirista, criadora e dramaturga Renata Mizrahi. 
Renata Mizrahi (criadora e roteirista)  é formada em Artes Cênicas na UNIRIO. Estudou roteiro na EICTV em Cuba, e na Oficina de Autores da TV Globo.  Professora de roteiro de Roteiraria.
Ganhou o Prêmio Cabíria 2020 (com Renata Diniz) para argumento de longa Infanto – juvenil por Rodante.  Ganhou o Prêmio de Melhor Roteiro de Longa Metragem (com Tuca Siqueira) no Festival de Triunfo (2018) por Amores de Chumbo (atualmente na plataforma Amazon). Ganhou Prêmio Comkids (2016) do programa infanto-juvenil Tem Criança na Cozinha, no qual desenvolveu e roteirizou e foi exibido no Canal Gloob (atualmente na plataforma Globo Play) O programa também foi indicado ao Emmy Kids (2018)
No teatro, ganhou o Prêmio Shell por Galápagos, em 2014.  Ganhou os prêmios Zilka Salaberry 2010 e 2012 pelos infantis Joaquim e as Estrelas e Coisas que a Gente Não Vê.  Foi indicada a melhor texto por Os Sapos no Prêmio Cesgranrio 2013. Foi indicada a melhor texto por Silêncio! no Prêmio Cesgranrio 2014. Foi indicada a melhor texto nos Prêmio Zilka Salaberry e CBTIJ (2016) por: Marrom, Nem Preto Nem branco? Foi indicada a  melhor texto adaptado nos Prêmios Zilka Salaberry (2013) por Nadistas e Tudistas. Foi indicada a Melhor texto adaptado nos Prêmios Zilka Salaberry e CBTIJ (2016)  por Ludi Na Revolta da Vacina.
É autora de mais de 27 (vinte e sete) peças, entre elas: Chica da Silva – O Musical, que rendeu prêmio Shell de melhor atriz para Vilma Melo.
Escreveu a segunda temporada de Homens São de Marte (GNT).  Escreveu a segunda temporada da série Matches para o canal Warner.  Escreveu Minha Estupidez (GNT), Vai que Cola, A Vila (Multishow), entre outros.  É autora e roteirista do telefilme inédito Maria, com direção de Iberê Carvalho (TV Globo/ Globo Filmes). É autora e roteirista do longa Os Sapos, que está em pré-produção, baseado na sua peça homônima, sob direção de Clara Linhart. Entre outros.  Ufa! Terminamos, por ora.

JP – Você é carioca. Como foi a sua infância na “cidade maravilhosa”? Onde você estudou?

Eu sou carioca. Nasci no bairro de Ipanema. Aos cinco anos, eu fui morar em São Conrado com os meus pais. Eu sou de uma família judaica, que era uma família bastante estabilizada. Até que, aos meus doze anos de idade, os meus pais foram a falência e se separaram. Aí foi um caos. Eu fiquei morando com meu pai e meus irmãos. Sozinhos. E ele se dividia entre a música e a loja, na qual se deu a falência. Então muito cedo, eu comecei a trabalhar. Nós perdemos a bolsa na escola. E eu fui correr atrás das coisas. Não tinha mais nada de mão beijada. E iniciei a trabalhar muito cedo. E eu entrei para o teatro entre os meus 17 e 18 anos. Eu vi uma possibilidade de entendimento, um caminho que me salvou, me curou. E, ao mesmo tempo, eu entendi que queria fazer disso a minha profissão. E, principalmente, eu comecei a ver que eu queria escrever, e hoje eu escrevo para teatro e audio-visual.

JP – Qual é a sua formação? Quando você começou a se interessar pela escrita de textos?

Eu sempre gostei de escrever. Desde criança, eu escrevia muita poesia. Num primeiro momento, eu realizei o curso de História na UERJ. Eu amei. Mas não era muito aquilo que eu queria. Eu era muito nova. Quando eu comecei a fazer teatro, eu comecei como atriz, eu comecei a fazer tablado, e tinha o festival de cenas curtas, e eu escrevi a minha própria para atuar. Foi aí que eu vi uma porta se abrindo. Então, eu deixei história, fui fazer Artes Cênicas na UNIRIO. Ainda na UNIRIO, eu entrei para uma Companhia de Teatro de Nós, onde eu escrevia para eu atuar, ao lado dos outros integrantes. Começamos fazer repertório de peças, onde no início eu atuava. Mas com o passar do tempo, eu fui vendo que o meu barato era escrever do que atuar. E eu fui me formando mas muito na intuição. Não tinha muito curso na época. E, com isso eu fui pegando ferramenta, e aos poucos eu fui me aprimorando, eu fui fazendo os cursos de escrita. Fiz uma Oficina de Autores na Globo em 2010. Fui para Cuba estudar roteiro em 2013. E, fui me desenvolvendo muito na prática também.

JP – Como você define um texto de Teatro? Quais são as suas características?

O texto de Teatro é um texto que tem uma história. Eu gosto de início, meio e fim. Eu gosto de contar uma história pé no chão. Mas tem que ter a dinâmica. Não só blocos grandes de diálogos, mas também diálogos potentes, criativos. Acho que o principal é uma boa história. E o que leva a uma boa história são bons personagens. O público se identifica com os bons personagens. Então, o núcleo do texto que iremos apresentar para falar do macro, de dedicação, do afeto, de universalidade, seja uma história dramática, épica, ou que se passe numa guerra mundial, ou uma história que se passe em casa, de mãe e filho, ou num apartamento. Esses personagens e as situações são os principais elementos,  e os diálogos potenciais são os que eu gosto muito de trabalhar.

JP – Escrever um texto para o Teatro é a mesma coisa que redigir um texto para a televisão? Justifique.

De jeito nenhum. São coisas completamente diferentes. No teatro, você tem mais liberdade. Você tem um quadro, está trabalhando com a palavra. Na TV, você está trabalhando com imagem. E a imagem diz muito mais do que a palavra. Então, tem uma coisa que é bem parecida. Você precisa de público, de espectador. Sem espectador, não tem história, não tem peça, não tem audiovisual. Mas as narrativas das formas são diferentes. No teatro, eu brinco mais com as palavras, com a brincadeira, com a musicalidade. Com a TV, tem a imagem, e ela tem uma força muito grande. E ela diz muito mais do que as palavras.

JP – No ano de 2014 você estreou uma peça de teatro no CCBB RIO intitulada Galápagos. O espetáculo foi sucesso de crítica e público, e você foi premiada com o texto mencionado. Como foi o processo de criação de Galápagos? Qual é a importância do texto para a sua trajetória?

Galápagos foi um divisor de águas não apenas na minha carreira, mas também na minha escrita. Foi um lugar onde eu consegui aprofundar. E, depois de Galápagos, eu sempre me pergunto se eu posso mais. Galápagos foi um processo longo porque primeiro criamos uma sinopse, junto com o Kadu Garcia e o Paulo Giannini, que são os dois atores da peça. Eles adoraram a sinopse. Mas para eu fazer um diálogo potente, um encontro, um embate, e segurar uma história de uma hora. Então, foi um processo que eu fiz um levantamento, as questões iniciais, e quando começou a ensaiar, eu fui a assistente da diretora, Isabel Cavalcanti, e nós fizemos um processo de entendimento do que precisava melhorar, de aprofundar. E eu entendi que enquanto eu não achasse o ponto fraco dos dois personagens, no equilíbrio, a peça não ia ficar boa. E esse encontro, essa chave não foi fácil. Eu acho que foi entre quinze ou vinte tratamentos, que nós tirávamos, cortávamos, botava, inseria, excluía novamente, e eu encontrei o ponto fraco de um dos personagens que era mais distante de mim, que é o personagem cego, artista plástico, milionário. E conseguimos encontrar a peça. Isso foi durante o processo de ensaio, que durou uns três meses. E isso foi muito bom. Eu tive que me desafiar, ir além de mim. Junto, instigada e motivada com a equipe principal, que é Kadu, Paulinho, e Isabel.

JP – Você também produz textos para o universo infantil. Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo é um sucesso de público e de crítica. Qual é a importância do teatro infantil para vc? Como é a escrita desse texto?

Escrever para o teatro infantil é uma coisa muito importante, que eu amo, me divirto. Escrever para criança é um ato político. Porque quando falamos com uma criança, também estamos falando com os pais. Então escrever para o teatro infantil é alcançar as mãos da criança no invisível. É uma coisa que eu adoro. Eu tenho filho. Eu sou uma pessoa que lido muito com criança. Dei muita aula de teatro para criança. Gosto de entender como elas pensam o mundo e propor e provocar  reflexões sobre essa idade, muito para que possamos ir numa direção de livre expressão, liberdade, e como uma criança tem uma lógica diferente de conexão.  É um tipo de texto que eu adoro escrever, tanto no teatro, quanto no audiovisual.

Mizrahi No Odeon – evento “Mãe de Santo”

JP – Mãe de Santo é um texto sobre a mulher negra, a sua vivência, a sua experiência. Como foi o processo de criação desse texto? Qual é a sua proposta?

Mãe de Santo vem de uma parceria de longos anos e profundidade com a Vilma Melo. Ela recebeu o argumento da Helena Theodoro e me chamou para fazer esse argumento em texto. Em trazer as ideias. Em trazer a teatralidade. Tem a Vilma como parceira. E eu também sou muito o caminho que a Vilma pode fazer como atriz, artista, e enquanto discurso. Então o teatro veio também para aprofundar a minha aliança com a Vilma, e trazer dentro de um debate sobre a mulher negra, sobre o racismo, a própria mãe de santo, a partir da base muito importante da Helena. Eu e a Vilma somos uma parceria que dá certo!

JP – Quais são os seus projetos futuros?

No projeto do audiovisual, quando eu pego algumas peças minhas e transformo em longa, e em série também. Como projeto futuro, é conseguir me sustentar com o meu trabalho, conjugando algumas peças com o audiovisual. Os sapos já está para ser lançado. E seguir com o meu trabalho.

JP – Vale a pena ser autora de texto teatral no Brasil? Como você avalia a produção textual cênica brasileira contemporânea?

Vale a pena! Mas é um lugar de muita luta, de enfrentamento, de machismo, de uma sociedade patriarcal. Uma mulher tem que fazer muitas coisas para ser reconhecida. E eu me sinto nesse lugar. Mas, eu não consigo viver sem fazer outra coisa. Eu consegui tentando encontrar  qualidade de reconhecimento, de qualidade de trabalho. Sempre aperfeiçoando, nunca estagnando. Nós temos que ser sim autora e dramaturga nesse país, ocupar esse espaço, uma dando a mão para a outra.

About the Author

Luiz Claudio de Almeida

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Charge do Dia
Next: Música Sacra

Postagens Relacionadas

WhatsApp Image 2026-07-13 at 16.27.10
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

Quase coisa de cinema

Alex Cabral Silva 13 de julho de 2026
IMG-20260713-WA0034
  • Colunistas

A Escola é o Próprio Futuro

Luiz Claudio de Almeida 13 de julho de 2026
trbr3185
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

Amor de pai

Vicente Limongi Netto 12 de julho de 2026

Recent Posts

  • Longevidade íntima: por que mulheres estão buscando tratamentos antes mesmo da menopausa?
  • Quase coisa de cinema
  • A Escola é o Próprio Futuro
  • Charge do Dia
  • Livros infantis incentivam o cuidado com as florestas e o consumo consciente

Recent Comments

Nenhum comentário para mostrar.

Archives

  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • outubro 2015
  • setembro 2015
  • março 2015

Categories

  • Agenda
  • Alex Cabral Silva
  • Alex Gonçalves Varela
  • Arlindenor Pedro
  • Arte Moderna
  • Boa Leitura
  • Carlos Monteiro
  • Carnaval
  • Category
  • Charge
  • Chico Vartulli
  • Cinema
  • Cinema
  • Civil Society
  • Cláudia Chaves
  • Climate
  • Colunistas
  • Conflict
  • Crônicas
  • Cultura
  • Democracy
  • Desfile das Campeãs
  • Divaldo Franco
  • Elda Priami
  • Entrevistas
  • Flávio Filipe
  • Gastronomia
  • Geopolitics
  • Geraldo Nogueira
  • Giuseppe Oristanio
  • Grande Rio
  • IMpério da Tijuca
  • Internacional
  • João Henrique
  • livro
  • Livros
  • Lu Catoira
  • Luis Pimentel
  • Luisa Catoira
  • Mangueira
  • Miguel Paiva
  • Mocidade Independente
  • Mostra
  • Musica
  • Negócios
  • News Analysis
  • Nosso Camarote
  • Odette Castro
  • Olga de Mello
  • Paraiso do Tuiuti
  • Patrícia Morgado
  • peça
  • política
  • Political Trends
  • Portela
  • Power
  • Ricardo Cravo Albin
  • Rogéria Gomes
  • Salgueiro
  • Samba
  • São Clemente
  • Sapucaí
  • Saúde
  • Show
  • Society
  • Teatro
  • Uncategorized
  • Unidos da Tijuca
  • Variedades
  • Vicente Limongi Netto
  • Vila Isabel
  • Viradouro
  • Viviana Navarro

Top News

  • image (3)
    Longevidade íntima: por que mulheres estão buscando tratamentos antes mesmo da menopausa?
  • WhatsApp Image 2026-07-13 at 16.27.10
    Quase coisa de cinema
  • (sem título)
  • (sem título)

Meta

  • Acessar
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.org

O que você perdeu...

image (3)
  • Cultura
  • Variedades

Longevidade íntima: por que mulheres estão buscando tratamentos antes mesmo da menopausa?

Luiz Claudio de Almeida 13 de julho de 2026
WhatsApp Image 2026-07-13 at 16.27.10
  • Alex Cabral Silva
  • Colunistas

Quase coisa de cinema

Alex Cabral Silva 13 de julho de 2026
IMG-20260713-WA0034
  • Colunistas

A Escola é o Próprio Futuro

Luiz Claudio de Almeida 13 de julho de 2026
WhatsApp Image 2026-07-12 at 00.25.15
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 12 de julho de 2026

Recent Posts

  • image (3)
    Longevidade íntima: por que mulheres estão buscando tratamentos antes mesmo da menopausa?13 de julho de 2026
  • WhatsApp Image 2026-07-13 at 16.27.10
    Quase coisa de cinema13 de julho de 2026
  • IMG-20260713-WA0034
    A Escola é o Próprio Futuro13 de julho de 2026

Tags

Arte beija-flor Blocos de Carnaval Brasil Brasília Carnaval Carnaval de Rua Carnaval Rio 2026 Carnaval SP Centro Cultural Correios Cinema crime Cultura eleição Espetáculo Exposição Filme Flamengo Folia food Futebol Imperio Serrano Justiça LGBTQIA+ literatura Livro livros Lula Mangueira Mostra Natal OAB-RJ Política Portela Rio Rio de Janeiro RiodeJaneiro samba Sapucaí Senado sports teatro tech TJRJ travel

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.