Skip to content
30 de abril de 2026
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Threads

JpRevistas

Revista eletrônica de informação, cultura e entretenimento.

Sem título-1
Primary Menu
  • Home
  • Quem somos
    • Administração
  • Categorias
    • Agenda
    • Boa Leitura
    • Carnaval
    • Cultura
    • Cinema
    • Variedades
    • Entrevistas
    • Publicidade
    • Charge
  • Publicidade
  • Contato
  • Colunistas
    • Alex Cabral SilvaAlex Cabral Silva é petropolitano, vascaíno, jornalista e contista. Estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e é colaborador de longa data do JP Revistas. É autor da coletânea de contos Na Altura dos Olhos, lançada pela Editora Primata.
    • Arlindenor PedroProfessor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog, Revista Eletrônica e canal YouTube Utopias Pós Capitalistas. Pode colocar qualquer email porque sou eu quem vai postar os textos que ele enviar
    • Divaldo FrancoDivaldo Pereira Franco – Embaixador da Paz, orador e palestrante espírita. Divaldo Franco é um dos mais consagrados oradores e médiuns da atualidade, fiel mensageiro da palavra de Cristo pelas consoladoras e esperançosas lições da Doutrina Espírita. Aos 95 anos de idade e 75 anos de oratória espírita, Divaldo atinge surpreendente e exemplar performance, com mais de 20 mil conferências e seminários em 71 países – em muitos deles, por várias vezes –, dos cinco continentes. Há 71 anos, ao lado do amigo Nilson Souza Pereira, fundou a Mansão do Caminho, cujo trabalho de assistência social a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador tem conquistado a admiração e o respeito da Bahia, do Brasil e do mundo.
    • Elda PriamiJornalista que transita pela arte de viver bem. Depois de muitos caminhos impressos, agora é a vez do digital.
    • Geraldo NogueiraAdvogado e Presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência OAB-RJ. E-mail: contatogeraldonogueira@gmail.com
    • Giuseppe OristanioNos últimos 10 anos participou dos seguintes espetáculos teatrais : “Doidas e Santas”, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros com e direção de Ernesto Picollo (o espetáculo permaneceu 9 anos em cartaz e encerrou sua carreira em turnê por Portugal), “Gerturdes Stein, Alice Tocklas e Pablo Picasso” (texto de Alcides Nogueira e direção de Paulo Goulart Filho), “A Atriz” (de Peter Quilter , direção de Bibi Ferreira) . Em anos anteriores destacam -se, entre outros, os seguintes trabalhos : “A Mandrágora” (Maquiavel, com o Grupo Tapa e direção de Tolentino), “Salve Amizade” e “Um Dia Das Mães” (texto e direção de Flávio Marinho), Mephisto (de Klauss Man, com direção de José Wilker), “A Maracutaia”, adaptação da “Mandrágora” de Maquiavel, com texto e direção de Miguel Falabella ; “O Inimigo Do Povo”, de Ibsen, com direção de Domingos de Oliveira ; Nos últimos 17 anos foi contratado da RecordTV, onde já fez 12 novelas e séries : “Poder Paralelo”, “Ribeirão Do Tempo”, “Chamas Da Vida”, “Gênesis”, Os Dez Mandamentos, Jesus, entre muitos outros . Giuseppe também é autor do livro “Sempre Existe Um Porém, A vida é feita de histórias”, lançado em 2022 em comemoração aos 50 anos de carreira…
    • João Henrique
    • Lu CatoiraJornalista e consultora de Moda
    • Luis PimentelCresceu e teve sua formação básica na cidade de Feira de Santana de onde mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Ali, contudo, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.[2] Trabalhou em várias publicações e jornais, como O Pasquim (1976-1977), na Mad do Brasil, Última Hora, O Dia e outros.[2] Como escritor, é autor de dezenas de obras, em vários estilos, e dedicadas aos públicos infantil ou adulto, além das biografias de Wilson Batista[3] e Luiz Gonzaga,[4] havendo ganho vários prêmios literários. Foi, ainda, roteirista em programas de humor da televisão, como Escolinha do Professor Raimundo.[2] Seu trabalho também é voltado para a música do Brasil, havendo editado a revista Música Brasileira, que ainda encontra sua versão no meio digital.[2] Coordenou, também, a publicação de Paixão e Ficção – Contos e Causos de Futebol, no qual escreveu um texto, ao lado de figuras como Zico, Armando Nogueira, Aldir Blanc, entre outros.[
    • Luisa CatoiraFormada em  fonoaudiologia no Rio de Janeiro, morou  em São Paulo por 17 anos, onde fez  pós graduações em psicomotricidade, psicanálise, motricidade oral, cursos de especialização em bebê de alto risco, acupuntura sistêmica e auricular. de volta ao Rio de Janeiro, em 2010, fez uma pós em audiologia clinica, para entender como estava o mercado de fonoaudiologia no Rio. Nessa época, entrou em seu consultório, uma atriz, dubladora e locutora, que precisou cuidar da voz, pois teria uma peça no final de semana, várias locuções e dublagens para fazer, mas ficou impedida por ter ficado subitamente rouca. Ela, sendo muito disciplinada, fez tudo o que foi orientado  e, no dia seguinte conseguiu cumprir suas funções vocais. Como era uma pessoa bem famosa, acabou  apresentando Luisa para o mundo da arte, o que  mudou o rumo de  sua vida. A partir daí, fez cursos na área de voz, com as melhores fonoaudiólogas do Brasil, além de 2 cursos em eletroestimulação, laser, ultrassom e uma pós graduação em fisiologia do exercício. Acompanhava as aulas de dublagem que ela dava, deu  várias palestras em cursos de teatro e dublagem e acabou montando um método de trabalho que dura 5 semanas, para trabalhar com…
    • Rogéria GomesJornalista, apresentadora, editora, roteirista e pesquisadora
    • Ricardo Cravo AlbinAdvogado, jornalista, escritor, Pesquisador de MPB e presidente do Instituto Cultural Cravo Albin.
    • Miguel PaivaMiguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro, ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro.
    • Odette CastroAutora de “Rubi”, “Na beira do mar o amor disse ‘oi’” e crônicas do cotidiano. Mãe da Laura e da Beatriz. Avó da Ana Catarina. Ativista da inclusão e criadora dos projetos “Fale Certo — Linguagem Inclusiva” e “Uma flor por uma dor”, onde flores de crochê são amarradas em árvores para ‘falar’ sobre capacitismo, racismo, homofobia e todas as formas de preconceito e exclusão.
    • Olga de MelloOlga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.
    • Patrícia MorgadoPsicóloga Clínica, Jornalista, Instrutora de yoga, meditação, massoterapeuta e desenvolve um trabalho em prol da saúde mental, corporeidade/ psicossoma e desenvolvimento humano. Está em processo de especialização em psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt Terapia e Mindfulness. Quarentona e mãe solo de uma criança de 5 anos.
    • Vicente Limongi NettoLimongi é jornalista. Aposentado do Senado e membro da ABI, há 51 anos.
    • Víviane FernandesTurismóloga , Jornalista, pós graduada em marketing Presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Diretora da ABAV Diretora do Instituto Preservale Diretora do INPETUR Radialista Band Apresentadora de TV nos canais 6 e 11 da NET CEO da Nice Via Apia Luxury
    • Viviana NavarroNutricionista formada pelo IBMR Pós-graduada em Terapia Nutricional Pediátrica pela UFRJ Especialização em Modulação Intestinal. Atendimentos presenciais e online.
Contato
  • Home
  • 2025
  • outubro
  • Um dia de cão no Rio de Janeiro
  • Arlindenor Pedro
  • Colunistas

Um dia de cão no Rio de Janeiro

Arlindenor Pedro 29 de outubro de 2025 5 minutes read
WhatsApp Image 2025-10-29 at 20.30.21
Redes Sociais
           
Por Arlindenor Pedro – Professor de História, Filosofia e Sociologia, editor do Blog Utopias Pós Capitalistas.

Na manhã de 28 de outubro de 2025, os complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, foram palco da maior operação policial das últimas décadas. Iniciava-se assim um dia de cão, onde a prática diária da população foi totalmente subvertida naquela cidade. Com mais de 2.500 agentes mobilizados contra o Comando Vermelho, a ação resultou em mais de 60 mortos, entre policiais, civis e membros da facção.

   A operação extrapolou os limites daquelas comunidades e a população ficou durante todo o dia refém do tiroteio entre o tráfico e as forças policiais. Expôs,  não somente a escalada da violência, mas a própria falência da capacidade estatal de manter a ordem,  revelando um cenário de guerra interna em que o Estado disputa com forças paraestatais o controle de territórios urbanos.
A reação do tráfico, com armamento pesado e ataques coordenados, evidenciou o despreparo das autoridades. A mídia, embora crítica ao amadorismo da operação, limitou-se a análises técnico-operacionais, sem tocar nas causas estruturais da crise. A ausência de saídas institucionais revela um impasse profundo: É impossível enfrentar a violência sem reconhecer o colapso das mediações sociais promovido pela crise global do capitalismo. Fica mais do que evidente que esta guerra não é somente contra o crime, mas contra a falência das formas sociais modernas. Este não é um problema afeto somente ao Rio de Janeiro. Trata-se de um fenômeno global e, como tal, deve ser encarado.
Como aponta Moisés Naím em seu livro Ilícitos, mais de 25 por cento da economia mundial já opera fora da legalidade, sob redes transnacionais que conectam tráfico, armas, corrupção e lavagem de dinheiro. E, no Brasil, essa lógica se torna estrutural. O narcotráfico infiltra-se nas instituições, financia campanhas eleitorais e controla territórios. O Estado, longe de combatê-lo, age como gestor funcional desses interesses, associado ao agronegócio, ao capital financeiro e a redes de clientelismo político. O resultado é um capitalismo de compadres, onde crime e legalidade se entrelaçam sob a aparência de normalidade institucional.
Nas periferias urbanas, esse colapso assume forma concreta. Milícias e facções substituem o Estado na gestão do cotidiano.
    No Rio, esse controle já atinge áreas da classe média, revelando a ampliação da lógica da exceção. Na área rural, por exemplo, como na Amazônia, o narcotráfico atua como soberania paralela, articulado ao garimpo ilegal, à grilagem de terras e à devastação ambiental. A barbárie não é ausência de ordem, mas presença de uma nova ordem violenta, extrativista e militarizada, expressão de um capitalismo em decomposição que transforma territórios em zonas de extermínio e controle privado. Todo o território brasileiro sofre hoje a pressão do tráfico de drogas e das milícias.
Nesse contexto, os ilícitos não são mais desvios. São parte central da engrenagem do poder vigente. A PEC da Blindagem, as emendas secretas, o foro privilegiado das cúpulas partidárias e o controle dos fundos eleitorais demonstram que o Estado opera como infraestrutura jurídica do crime. A legalidade transforma-se em técnica de blindagem e o crime em instrumento de governo. O Estado brasileiro não somente convive com a ilegalidade, ele a regula, a protege e a incorpora como modo funcional de reprodução do capital em crise.
Ao nível mundial, o processo de autonomização do capital fictício é acompanhado pela corrosão dos mecanismos históricos de regulação. A falência dos tribunais, a captura das agências, a dissolução de convenções internacionais e o enfraquecimento das instituições multilaterais revelam que a legalidade moderna criada pela ordem liberal está sendo desativada. Fraudes, evasões, lavagem de dinheiro e manipulações financeiras não são mais escândalos, mas práticas normalizadas.
   O capital se reorganiza por fora do Estado e, ao mesmo tempo, utiliza o próprio Estado para legalizar o ilegal. A política atua como escudo das redes ilícitas. Assim, o crime não é antítese do capital: é sua forma avançada de sobrevivência num sistema que já não pode se autorreproduzir sem violar suas próprias bases jurídicas e sociais. O modelo dos Estados Nacionais, criado pela burguesia liberal, não tem mais futuro.
Há tempos, reafirmamos que não há mais saídas possíveis no interior da forma social capitalista em franca decomposição. Essa crise que atravessamos não é conjuntural, mas estrutural, enraizada na lógica esgotada da valorização do valor.
    A financeirização, a violência sistêmica e a fusão entre legalidade e crime são sintomas de um sistema em decomposição. O quadro tende a se agravar: Mais falência estatal, mais degradação social, mais barbárie. A única perspectiva realista está em reconhecer esse esgotamento histórico e criar condições para novas formas de vida social. Isso exige o surgimento de gerações dispostas a confrontar diretamente a forma social capitalista, recusando seus fundamentos globais. Este episódio que viveu o Rio de Janeiro é somente um pequeno exemplo do que temos pela frente e da tarefa que a história nos impõe.

About the Author

Arlindenor Pedro

Editor

View All Posts

Post navigation

Previous: Charge do Dia
Next: A Chacina do Rio

Postagens Relacionadas

54844759661_5b8f82e178_o-e1761051212703
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

David venceu lula

Vicente Limongi Netto 29 de abril de 2026
o-que-fazer-em-lisboa_arcoruaausgusta-min-696x1024
  • Agenda
  • Colunistas

Carta de Lisboa

Luiz Claudio de Almeida 29 de abril de 2026
Screenshot_20260427_003024_Samsung Internet
  • Alex Gonçalves Varela
  • Colunistas

Mayah, Uma Mulher Revolucionária!

Alex Varela Gonçalves 29 de abril de 2026

O que você perdeu...

54844759661_5b8f82e178_o-e1761051212703
  • Colunistas
  • Vicente Limongi Netto

David venceu lula

Vicente Limongi Netto 29 de abril de 2026
IMG-20260429-WA0088
  • Arte Moderna
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 29 de abril de 2026
WhatsApp Image 2026-04-29 at 00.55.18
  • Charge
  • Miguel Paiva

Charge do Dia

Miguel Paiva 29 de abril de 2026
4bdea94395b76d57512a71a9dc0039ba
  • Agenda

Teatro Vannucci comemora 51 anos

Luiz Claudio de Almeida 29 de abril de 2026

Site Produzido por Infomídia Digital | MoreNews by AF themes.