
Carlos Ancelotti voltou das férias, depois do Brasil conquistar o vexatório sétimo lugar na copa do mundo. Anunciando que vai renovar a seleção. Mostrou-se indiferente a decisão de Neymar de não jogar mais pela seleção. Ancelotti vai se arrepender deixando Neymar fora dos planos. Neymar é e continuará sendo, por muito tempo, nosso único e verdadeiro craque. Ancelotti vai começar tudo do zero. Tarefa árdua. Transformar em seleção competitiva e respeitada o atual grupo bisonho. Além de renovar o elenco, será necessário ganhar entrosamento. Até final do ano a seleção fará amistosos com as fortes e temíveis seleções da Índia, Austrália e Singapura. Por enquanto Ancelotti não entregou nada de positivo a seleção. Em 2030 Neymar estará com 36 anos. Nossos adversários têm conjunto. Jogam por música. Estão juntos faz tempo. Neymar, com a técnica apurada que tem e respeitado pelos adversários e pelos companheiros, poderá render na seleção jogando no mínimo um tempo. Reitero o que já frisei diversas vezes. Se não fossem as duras e demoradas contusões que sofreu, Neymar estaria jogando no nível técnico de Messi e Cristiano Ronaldo. Tem momentos no jogo que a técnica, a experiencia, o raciocínio rápido e o talento individual valem mais do que a velocidade. Ancelotti foi um fiasco na copa de 2026. Não apresentou nada de atraente nem de positivo na seleção. Cuidou da vida dele. De bobo não tem nada. Renovou rico contrato com a CBF antes mesmo de começar a copa do mundo. Inacreditável. Nunca se viu tamanho disparate no futebol brasileiro. Atualmente a CBF é dirigida por deslumbrados amadores. Não conhecem futebol nem administração. Adoram mordomias e viagens internacionais. Últimos balancetes da entidade foram amargamente deficitários. Previsão para este ano é de deficit novamente. Antigamente todas os presidentes da entidade apresentavam superavit em suas gestões. Foi com os ex-presidentes da CBF que o Brasil conquistou o penta campeonato. Nos planos da seleção, vencer a Copa America é importante. Para dar moral na caminhada. O último título que o Brasil conquistou na competição foi em 2019.





