
O traste ambulante, Flávio Bolsonaro, insiste em tentar convencer o cidadão de bem que é um santo imaculado. As digitais amorosas e agradecidas do patético senador com o facínora Daniel Vorcaro não saem mais. Estão coladas na alma. O senador achocolatado enfiou no bolso 61 milhões de reais de Vorcaro alegando ser para o filme de terror sobre o pai dele, o presidiário Jair Bolsonaro. O eleitor não suporta candidato mentiroso. Tem nojo de lobos, mesmo desdentados, como o senador rachadinha, fantasiados de cordeiros. O deputado evangélico do MDB do Rio de Janeiro, Otoni de Paula colocou nos anais da Câmara Federal, com todas as letras, “Flávio Bolsonaro é batedor de carteira”. Flávio Bolsonaro anuncia agora que passou a usar colete à prova de bala. Melancia na cabeça ficaria melhor, no perfil leviano do senador do PL. Tenta se passar de vítima. Usa o drama do próprio pai, esfaqueado em 2018. Inacreditável. Bate no peito enlameado: “tenho o sangue do meu pai”. O problema é esse.
Hoje, segunda, é o dia nacional da adoção. Quem quiser adotar um jumento, Flávio Bolsonaro ficaria agradecido.




